Plantar árvores… ou plantar carbono?
A floresta portuguesa tem um potencial significativo como sumidouro de carbono, mas esse potencial só será plenamente concretizado com políticas integradas e com uma visão de longo prazo – por que a natureza tem o seu próprio tempo.
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Esta pergunta não é meramente retórica. No final de 2025, Portugal aprovou a primeira metodologia de projetos no âmbito do regime nacional do mercado voluntário de carbono – dedicada à reflorestação. Arranca, assim, um novo mercado onde a floresta deixa de ser apenas paisagem ou um recurso madeireiro e passa a ser, também, um ativo climático com valor mensurável.
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