GNR pedem um milhão de euros num mês
No espaço de apenas um mês, os militares da GNR já pediram um milhão de euros emprestados aos seus serviços sociais. Na origem desta corrida aos empréstimos está, segundo o "Correio da Manhã", o aumento do desemprego entre os cônjuges dos militares, os cortes nos vencimentos da Função Pública e a subida do custo de vida. De acordo com o jornal, os serviços sociais da GNR são um fundo autónomo, financiado por quotizações dos militares, que é accionado em períodos de necessidade. Os empréstimos concedidos ao longo do mês de Janeiro tiveram subjacente uma taxa de juro média de 4%, um valor abaixo do praticado pelo sector bancário, onde o juro oscila entre os 5,5% e os 14%. Perante o aumento das dificuldades económicas (o jornal não obteve número de empréstimos mas o seu montante médio mensal é superior ao de anos anteriores), os serviços sociais estão a equacionar aumentar o prazo de reembolso dos mesmos, estendendo-o para lá dos dez anos actualmente vigentes. O fundo tem actualmente 23 milhões de euros emprestados aos seus associados.
Na origem desta corrida aos empréstimos está, segundo o "Correio da Manhã", o aumento do desemprego entre os cônjuges dos militares, os cortes nos vencimentos da Função Pública e a subida do custo de vida.
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De acordo com o jornal, os serviços sociais da GNR são um fundo autónomo, financiado por quotizações dos militares, que é accionado em períodos de necessidade. Os empréstimos concedidos ao longo do mês de Janeiro tiveram subjacente uma taxa de juro média de 4%, um valor abaixo do praticado pelo sector bancário, onde o juro oscila entre os 5,5% e os 14%.
Perante o aumento das dificuldades económicas (o jornal não obteve número de empréstimos mas o seu montante médio mensal é superior ao de anos anteriores), os serviços sociais estão a equacionar aumentar o prazo de reembolso dos mesmos, estendendo-o para lá dos dez anos actualmente vigentes.
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