PS quer que bancos aos quais o Estado compre empréstimos garantam financiamento a PME
Para além das sete propostas apresentadas hoje pelo secretário-geral do PS, António José Seguro, com o objectivo de reduzir a factura da electricidade e do gás natural, o partido apresenta ainda propostas noutras áreas.
Entre as mudanças que o PS quer fazer neste orçamento está a lei dos compromissos. O partido tem questionado por várias vezes a eficácia desta lei e acusa-a de tornar impraticável a gestão das entidades públicas, e neste sentido irá apresentar propostas para alterar a lei sem colocar em causa o controlo dos pagamentos em atraso.
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O PS apresenta ainda propostas para que na operação de cessão de créditos dos bancos para o Estado (créditos da banca a entidades públicas que contam para o défice, em especial autarquias e empresas reclassificadas, são transferidas para o Estado que passa a ser o credor), este garanta de forma efectiva que os 3.000 milhões de euros que serão transferidos para a banca sejam utilizados também para financiar pequenas e médias empresas.
Estes 3.000 milhões de euros voltarão para a banca, depois de esta ter acordado com o Estado, no âmbito da transferência dos fundos de pensões da banca para a Segurança Social, que este usasse metade do valor total da receita que obteve com esta transferência para comprar créditos dados pela banca às entidades públicas (autarquias e entidades públicas reclassificadas) dentro do perímetro das Administrações Públicas para efeito de contas nacionais.
O PS apresenta ainda propostas com o objectivo de distribuir a derrama em sede de IRC pelos municípios onde está efectivamente implantada a actividade das grandes empresas, considerando que os municípios do interior são muito prejudicados actualmente.
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