FMI contra congelamento de preços para travar choque energético
Fundo Monetário Internacional alerta que subsídios generalizados a famílias e empresas agravam as desigualdades, pesam nas finanças públicas e podem provocar escassez de bens. Agregados mais pobres devem ser o foco prioritário das políticas fiscais.
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que os governos devem responder ao atual choque nos preços da energia e dos alimentos com medidas temporárias e bem direcionadas, evitando congelamento de preços e subsídios generalizados que distorcem os mercados e pesam nas contas públicas. A recomendação consta de um artigo assinado pelo economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, e por outros responsáveis do Fundo, publicado esta quarta-feira, 20 de maio.