Governos europeus acertam resposta conjunta à escalada da energia
Vários países, como Portugal, já estão a agir individualmente para atenuar a subida de custos para consumidores e empresas. Mas há limites orçamentais e falta uma resposta coordenada, que vai ser discutida pelos 27 a partir de quinta-feira. Bruxelas incentiva reduções no IVA da luz e admite subsídios e tetos de preços no gás.
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Frente a uma nova crise geopolítica - responsável pela “maior disrupção de oferta na história dos mercados internacionais de petróleo”, segundo a Agência Internacional de Energia - os líderes da UE reúnem-se a partir de quinta-feira para uma reação comum àquela que ameaça ser uma alta prolongada de preços. Vários países, como Portugal, já estão a tomar medidas e Bruxelas abriu caminho à intervenção nos mercados de gás. Mas na maioria dos casos os governos estão com margens reduzidas para gastar, e há também o risco de que apoios fortes pressionem o Banco Central Europeu (BCE).
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