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O dia num minuto: O adiamento do Novo Banco, o emprego, o turismo e os refugiados. E automóveis para ver

A venda do Novo Banco foi adiada. Portugal está a criar mais emprego. Merkel quer uma cimeira europeia para tratar da questão dos refugiados. Conheça os contornos do acordo Schengen. E veja as últimas novidades do mundo automóvel apresentadas em Frankfurt.

Negócios negocios@negocios.pt 15 de Setembro de 2015 às 20:00
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Venda do Novo Banco adiada. O Banco de Portugal (BdP) cancelou a venda do Novo Banco. Depois das especulações e de informações que davam conta dessa opção, o regulador liderado por Carlos Costa deu a confirmação oficial. O governador do BdP optou por deixar cair o concurso internacional iniciado em Dezembro passado. Será lançado um novo. A data para a marcação de um novo processo de venda depende da redução da incerteza quanto às necessidades de capital do banco, o que só acontecerá em Novembro, depois do exercício de avaliação do Banco Central Europeu.

 

O adiamento do Novo Banco visto por Passos. Ainda sem conhecer oficialmente a decisão do Banco de Portugal, Pedro Passos Coelho comentou essa possibilidade. "A decisão do Banco de Portugal é uma decisão do banco. Estou convencido de que é aquela que melhor protege o sistema bancário português", disse o primeiro-ministro esta terça-feira, em declarações em Portalegre, transmitidas pela CMTV. 


Portugal cria mais emprego.
Portugal e a Grécia foram os países que no segundo trimestre deste ano registaram os maiores crescimentos no emprego face ao trimestre anterior. Em Portugal o emprego avançou 1,3% e na Grécia 1,2%, segundo estimativas do Eurostat divulgadas esta terça-feira, as quais se baseiam nas contas nacionais. Na Zona Euro a média de crescimento do emprego situou-se em 0,3% e na União Europeia nos 0,2%.

Segurança Social com excedente. A Segurança Social registou nos primeiros seis meses do ano um excedente de 201 milhões de euros, o que contrasta com um défice de 300 milhões de euros no período homólogo, mesmo descontando a transferência extraordinária do Orçamento do Estado. Este resultado é justificado pela combinação de quatro factores: aumento de emprego, recuperação de salários, redução de despesa com subsídios e do número de pensões pagas.

Leite recebe 4,8 milhões. A Comissão Europeia definiu esta terça-feira como vai distribuir o pacote adicional de ajudas de 500 milhões de euros que anunciou na passada semana, sendo que 420 milhões vão directamente para apoiar o sector leiteiro, que desde 1 de Abril lida com o fim das quotas no espaço comunitário. Na lista de 28 Estados-membros, Portugal tem atribuída uma verba de 4,8 milhões de euros, ou seja, 1,14% do total que o sector europeu irá receber adicionalmente.


Grupo Pestana com 10 novos hotéis. O Grupo Pestana vai desenvolver dez novos projectos hoteleiros até 2019, sendo seis deles a uma escala internacional. O plano de expansão internacional passa pela abertura de novos hotéis em Amesterdão, Marraquexe, Madrid, Nova Iorque, Montevideu, Madrid e Rio de Janeiro (na Barra da Tijuca). Já em território português, estão previstos projectos nos Açores, Madeira, Lisboa (na Rua da Prata) e em Tróia. O investimento total poderá atingir os 180 milhões de euros.

Mais turistas, mais receita. A hotelaria nacional obteve 1,9 milhões de hóspedes em Julho, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira. Este valor representa um crescimento homólogo de 8,8%. As dormidas ascenderam a 6,1 milhões, mais 6,7% que em igual período do ano passado. Os proveitos totais fixaram-se em 315,6 milhões de euros e os de aposento ascenderam a 237,2 milhões de euros, "correspondendo a acréscimos de 12,9% e 15,3% respectivamente". "Os resultados de Julho foram superiores aos dos sete primeiros meses do ano (+12,3% e +14,4%)".

Bolsas europeias recuperam. Após três sessões em queda, as acções europeias valorizaram esta terça-feira. A liderar os ganhos esteve o italiano FTSE MIB, que valorizou 1,62%. Em Lisboa, o PSI-20 acompanhou a tendência positiva, valorizando 0,40% para 5.012,41 pontos. O petróleo está a subir e o dólar está a valorizar-se.

Altice vende Cabovisão à Apax. A Altice chegou a acordo com a Apax França para vender a Cabovisão e a Oni. Os valores da operação, concluída terça-feira, em cima do prazo estabelecido por Bruxelas, não são conhecidos. A operação está ainda sujeita a análise do regulador europeu e português. A Apax também tinha entrado na corrida pela PT Portugal, em parceria com o private equity Bain e mais tarde também com a Semapa. 


Alsa e Trandev nos transportes do Porto. Os conselhos de administração da STCP e da Metro do Porto aprovaram a proposta de adjudicação à Alsa e à Transdev, respectivamente, de subconcessão da operação por 10 anos. No caso da Metro do Porto a votação deu-se com "a abstenção da maioria dos representantes do Conselho Metropolitano do Porto".


Refugiados I: Fabricantes automóveis alemães vêem oportunidade.
A Daimler e a Volkswagen vêem com bons olhos a chegada de refugiados à Alemanha e acreditam que podem integrar um grande número nas suas fábricas. Dieter Zetsche, administrador executivo da Daimler, diz mesmo que os refugiados podem contribuir para um grande crescimento económico. "É uma oportunidade para aproveitar as pessoas altamente especializadas e dar-lhes trabalho nas nossas fábricas. É o nosso contributo para acabar com esta crise de refugiados" acrescenta Martin Winterkorn, administrador executivo da Volkswagen.


Refugiados II: Merkel pede cimeira europeia. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o seu homólogo austríaco, Werner Faymann, defenderam esta terça-feira ser crucial a realização de uma cimeira europeia na próxima semana para discutir o problema relacionado com a crise de refugiados. Esta posição foi tomada após os ministros do Interior e da Justiça da União Europeia não ter conseguido chegar, na segunda-feira, a um acordo sobre as quotas relativas ao acolhimento de 120 mil refugiados que permanecem em campos de refugiados na Itália e na Grécia. Uma decisão sobre matéria ficou adiada para 8 de Outubro.


Refugiados III: O regresso das fronteiras. A crise dos refugiados já levou a Alemanha, Áustria, Eslóvaquia, Holanda e Hungria a fecharem as suas fronteriras. O Negócios explica-lhe o Acordo de Schengen e em que circunstâncias podem ser restabelecidos os controlos nas fronteiras.

EUA está a produzir menos. A produção industrial nos Estados Unidos registou, em Agosto, a maior queda desde Janeiro de 2014, devido ao recuo no sector automóvel e à valorização do dólar, que pesou na procura externa. Esta conjuntura poderá constituir mais um argumento para a Reserva Federal (Fed) norte-americana adiar a subida dos juros. Janet Yellen, presidente da Fed, anunciará uma decisão sobre esta matéria na próxima quinta-feira.


Discos Pedidos. Ulisses Pereira analisa a acção da EDP, uma cotada que "desde o mês passado tem dado sucessivos sinais de fraqueza". Veja o vídeo.

Fotogaleria. As marcas automóveis aproveitam o Frankfurt International Motor para apresentarem os seus últimos modelos. Veja as novidades apresentadas neste salão automóvel.

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