pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque

Escolha o Jornal de Negócios como "Fonte Preferida"

Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.

Adicionar fonte

Chega tem "luz verde" para agendar reapreciação do decreto sobre perda de nacionalidade

Segundo o partido, o despacho de José Pedro Aguiar-Branco a admitir o requerimento foi comunicado à bancada do partido na sexta-feira e o agendamento do debate sobre a reapreciação do decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, alterando o Código Penal, poderá ser feito na próxima reunião da conferência de líderes.

André Ventura, presidente do Chega
André Ventura, presidente do Chega Manuel de Almeida / Lusa - EPA
18:38

O Chega recebeu "luz verde" do presidente da Assembleia da República para levar a plenário o seu requerimento para ser reapreciado o decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, diploma chumbado pelo Tribunal Constitucional.

Segundo o Chega, o despacho de José Pedro Aguiar-Branco a admitir o requerimento foi comunicado à bancada do partido na sexta-feira e o agendamento do debate sobre a reapreciação do decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, alterando o Código Penal, poderá ser feito na próxima reunião da conferência de líderes.

No início deste mês, o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional, por unanimidade, a criação desta pena acessória de perda da nacionalidade no Código Penal, numa segunda versão do decreto do parlamento, invocando violação dos princípios da igualdade e proporcionalidade.

Este decreto tinha sido aprovado pelo PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS. Porém, na sequência da decisão do Tribunal Constitucional, apenas o presidente do Chega, André Ventura, insistiu na via de a Assembleia da República reapreciar o diploma e, eventualmente, confirmar a sua aprovação em plenário.

No despacho do presidente da Assembleia da República refere-se que a reapreciação do decreto pode ser agendada para reunião plenária, já que "reúne os requisitos formais para desencadear o procedimento" nos termos da Constituição.

"O processo deve ser remetido à conferência de líderes para efeitos de agendamento da reapreciação em sessão plenária", acrescenta-se.

Logo no dia em que o decreto foi considerado inconstitucional, o presidente do Chega desafiou a maioria de direita a confirmá-lo no parlamento, mas PSD e Iniciativa Liberal recusaram seguir esse caminho.

André Ventura afirmou que a decisão pela inconstitucionalidade do decreto representou uma "derrota" e disse ter visto o acórdão do Tribunal Constitucional com "total estupefação", acusando mesmo os juízes do Palácio Ratton de estarem a substituir a vontade da maioria da população e do legislador.

Em sentido contrário ao de André Ventura, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, declarou que o seu partido não pretendia provocar um conflito institucional por causa desta questão. E a presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, assegurou que não iria contrariar a decisão do Tribunal Constitucional.

Ver comentários
Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.