DGEG afasta risco de rutura no petróleo. Reservas mundiais chegam para 400 dias
O grande objetivo da libertação de reservas de crude é acalmar o medo do mercado. O diretor-geral da DGEG diz que hoje o problema é mais de preço do que de abastecimento e garante que há ainda muitas reservas por ativar, caso o conflito se prolongue.
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Para a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) a mensagem é clara: “Em Portugal e na Europa, não temos rutura de abastecimento para já.” Apesar de 20% do crude estar parado por causa da guerra, há 8.000 milhões de barris de reservas em todo o mundo — ainda que algumas, como as russas, sob sanções —, o suficiente para aguentar o Estreito de Ormuz fechado durante 400 dias.
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