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Encomendas recebidas na indústria cresceram 3,4% em Outubro

As novas encomendas recebidas pelas empresas industriais aumentaram 3,4% em Outubro último, em termos homólogos, devido a "andamentos díspares observados nos mercados nacional (10,7%) e externo (-5,1%)", revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) no

05 de Dezembro de 2007 às 15:03

As novas encomendas recebidas pelas empresas industriais aumentaram 3,4% em Outubro último, em termos homólogos, devido a "andamentos díspares observados nos mercados nacional (10,7%) e externo (-5,1%)", revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) no seu relatório sobre os índices de novas encomendas na indústria.

Face ao trimestre homólogo terminado em Outubro, as novas encomendas recebidas na indústria apresentaram uma taxa de variação de 3,4%, resultado idêntico ao observado no mês anterior.

O agrupamento de bens de consumo, com 3,6 pontos percentuais (p.p.), teve o contributo mais influente para a variação positiva do índice total. Este agrupamento apresentou também a maior aceleração, ao registar uma taxa de variação de 19,6% (12,6% em Setembro). Em contrapartida, o agrupamento de bens intermédios forneceu o único contributo negativo (-2,9 p.p.), embora a sua variação homóloga tenha registado um desagravamento de 0,2 p.p. ao situar-se em -5,2%. O agrupamento de bens de investimento, embora tenha contribuído com 2,6 p.p. para a variação positiva do índice agregado, registou a única desaceleração (-5,9 p.p.), com a sua variação homóloga nos 9,8%, refere o INE.

Mercado nacional

No trimestre terminado em Outubro, as novas encomendas recebidas na indústria com origem no mercado nacional apresentaram uma variação homóloga de 10,7%, o que representou uma aceleração de 2,4 p.p. face a Setembro.

Os bens de consumo deram o contributo mais intenso para a variação do índice agregado (6,1 p.p.) e também a maior aceleração, tendo a sua taxa de variação passado

de 13,9% em Setembro para 25,0% em Outubro. Os bens de investimento, com uma taxa de variação de 19,3%, registaram a única desaceleração (-7,3 p.p.). No entanto, deram um contributo positivo relevante para a variação do índice geral (4,9 p.p.).

Mercado externo

No que diz respeito às encomendas recebidas na indústria com origem no mercado externo, no mesmo período trimestral, estas diminuíram 5,1% - o que traduziu um agravamento de 2,8 p.p. face ao resultado observado no mês anterior.

Todos os grandes agrupamento industriais registaram resultados menos favoráveis que os observados em Setembro, destacando-se a desaceleração registada pelos bens de investimento (-4,7 p.p.), cuja taxa de variação se situou em -0,1%. Os bens de consumo deram um contributo decisivo para o comportamento negativo do índice total (-5,8 p.p.), originado por uma taxa de variação de -9,7%. Foi também esse agrupamento que apresentou o único contributo positivo para a variação do índice total, 0,8 p.p., que resultou de uma variação homóloga de 6,6% (9,4% no mês anterior).

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