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Gastos com saúde corresponderam a 9,5% do PIB

A despesa total em saúde apresentou uma taxa de crescimento nominal de 6,5%, mantendo um ritmo de crescimento superior ao do Produto Interno Bruto (PIB), a preços de mercado, divulgou o INE que revelou ainda que em 2004, o total da despesa correspondeu a

18 de Julho de 2006 às 13:09

A despesa total em saúde apresentou uma taxa de crescimento nominal de 6,5%, mantendo um ritmo de crescimento superior ao do Produto Interno Bruto (PIB), a preços de mercado, divulgou o INE que revelou ainda que em 2004, o total da despesa correspondeu a 9.5% do PIB e, em 2003, a 9.3%.

Segundo os dados provisórios da «Conta Satélite» do sector para o período 2003-2004, divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2003, a despesa total em saúde atingiu o montante 12,75 mil milhões de euros, o que representou 9,3% do PIB a preços de mercado, tendo revelado um crescimento de 4,7%, em relação ao ano anterior.

Já em 2004, a despesa total em saúde por agentes financiadores foi de 13,59 milhões de euros, equivalente a 9,5% do PIB a preços de mercado, correspondendo a um aumento de 6,5%.

O INE acrescenta que a despesa pública em saúde apresentou «taxas de crescimento decrescentes (6,6%, em 2003 e 6,0%, em 2004), representando, respectivamente, entre 73,5% (2003) e 73,2% (2004) da despesa total».

Em 2004, a despesa total privada, no montante de 3,64 mil milhões de euros, registou uma taxa de crescimento nominal de 7,9%.

Em relação à despesa total «per capita», o INE revela que se registou «um crescimento de cerca de 5,9%, registando um montante de 1.294,17 euros, dos quais, 947,01 euros correspondem à despesa pública e, 347,16 euros, à despesa privada».

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) financiou 7,65 mil milhões de euros, em 2003 e, 7,91 mil milhões de euros, em 2004, o que representa cerca de 60%, em 2003 e, 58,2%, em 2004, do total da despesa em saúde.

O INE refere que, no entanto, «observou-se uma diminuição no ritmo de crescimento da despesa do SNS em 2004, o qual registou uma taxa de crescimento nominal de 3,3%».

Em relação à despesa corrente em saúde por parte dos prestadores de cuidados, o Instituto Nacional de Estatística afirma que nos dois anos em análise, os hospitais concentraram «entre 37,4% e 36,4% da despesa corrente em saúde, o que correspondeu ao montante gasto de 4,58 mil milhões de euros, em 2003 e, 4,75 mil milhões de euros, em 2004».

«A despesa nas farmácias ascendeu a 2,87 mil milhões de euros, em 2003 e, 3,14 mil milhões de euros, em 2004, equivalente a, respectivamente, 23,5% e 24,1%, da despesa corrente».

Segundo o INE, «em termos evolutivos, realça-se o aumento de 9,2% da despesa em farmácias em 2004, depois de se verificar o abrandamento do ritmo de crescimento em 2003, com uma taxa de 1,3%, inferior à registada entre os anos 2000 e 2003».

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