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Marcelo defende moratórias no crédito até 2023 ou 2024

Presidente da República defende, em entrevista ao DN e à TSF, que o adiamento no pagamento das prestações dos empréstimos deve ser prolongado até que a economia recupere a atividade que tinha em 2019.

Marcelo mantém a liderança destacada na corrida a Belém e Marisa Matias e André Ventura aproximam-se de Ana Gomes.
António Cotrim/Lusa
Negócios jng@negocios.pt 10 de Janeiro de 2021 às 12:45
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As moratórias públicas no crédito para particulares e empresas terminam em setembro. A partir daí, regressa o pagamento normal das prestações. Marcelo Rebelo de Sousa defende que o prazo deve ser prolongado "mais três ou quatro anos".

 

O Presidente da República considera que se deve esperar pela recuperação total da economia. "Se se diz que a economia portuguesa só voltará a estar na situação em que estava em 2019, entre 2023 e 2024, faz sentido que a economia das pessoas não esteja parecida com o que era em 2019 antes dessa altura, e não estará certamente em 2021 e 2022", afirma na entrevista ao DN e à TSF.

 

Marcelo Rebelo de Sousa deixa ainda elogios à banca – "eu penso que o sistema bancário tem revelado uma precaução apreciável em termos de acompanhamento da crise pandémica, económica e social" – e considera que o sistema financeiro está hoje melhor preparado.

 

"Se me pergunta se eu estou preocupado como estava em 2016 e em princípio de 2017, isso não estou. Naquela altura estava porque havia várias situações por definir, havia uma grande indefinição e, em muitos casos, que tocava muitos pontos do sistema e isso não acontece hoje", acrescenta o presidente.

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