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Mercado de escritórios de Lisboa com excesso de oferta de 11,4%

O mercado de escritórios de Lisboa encerrou o ano passado com uma taxa de disponibilidade (percentagem de imóveis não ocupados face ao total disponível) de 11,4%, reflectindo um excesso de oferta, segundo um relatório hoje divulgado pela consultora Worx.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 13 de Março de 2007 às 13:05
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O mercado de escritórios de Lisboa encerrou o ano passado com uma taxa de disponibilidade (percentagem de imóveis não ocupados face ao total disponível) de 11,4%, reflectindo um excesso de oferta, segundo um relatório hoje divulgado pela consultora Worx.

Esta taxa deverá, de acordo com a mesma fonte, descer este ano. Em 2006 a oferta total de escritórios em Lisboa totalizou 4,1 milhões de metros quadrados. O director-geral da Worx, Pedro Rutkowski, considera que "apesar de 2006 ter sido um ano de transição em que se registaram resultados mais positivos relativamente a 2005 na colocação de escritórios, verificou-se a falta de novos projectos imobiliários".

Segundo o relatório da Worx, 90% das transacções imobiliárias efectuadas no ano transacto em Lisboa foram relativas a operações de arrendamento, enquanto a renda de topo na área denominada como Prime Central Business District (Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade) fixou-se nos 21 euros por metro quadrado. Já as taxas de rentabilidade mais elevadas situaram-se entre os 6% e os 6,5%, sendo que estes valores deverão manter-se ao longo de 2007.

Quanto à área de escritórios negociada no ano passado, ascendeu a 161.676 metros quadrados, após os 148 mil metros quadrados colocados no ano anterior. Em 2006 as zonas do centro de Lisboa e do Corredor Oeste, que correspondem à oferta junto à auto-estrada A5, representaram 55% do total negociado.

 

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