Paquistão estima crescer 4% apesar do conflito
O Paquistão, mesmo com o abrandamento das exportações e com a chegada dos refugiados do Afeganistão, espera ter um crescimento económico de 4%, mesmo que os Estados Unidos (EUA) decidam invadir o...
O Paquistão, mesmo com o abrandamento das exportações e com a chegada dos refugiados do Afeganistão, espera ter um crescimento económico de 4%, mesmo que os Estados Unidos (EUA) decidam invadir o país vizinho.
Três quartos da população paquistanesa, cerca de 145 milhões de pessoas, sobrevive da agricultura. O abrandamento das exportações fará com que os preços baixem, mas o país está confiante em relação às importações, com a diminuição do preço do petróleo.
O ministro das finanças, Shaukat Aziz espera aumentar a produção de algodão em 10%, bem como as colheitas de cana de açúcar poderão subir 7% no ano que termina no final do próximo Junho.
Contudo, a dívida internacional do país excede em 105% a sua economia, forçando que haja um maior investimento no país, apostando na construção de estradas, na electricidade e na agricultura.
«Alguns dos nossos investidores estão apreensivos quanto a terem os seus negócios no país e pediram para que as negociações sejam feitas noutro lugar» referiu uma relações públicas duma da empresa do Paquistão.
O Paquistão vai necessitar de 122 milhões de dólares (133,31 milhões de euros ou 26.726 milhões de contos), para pagar as primeiras necessidades a cerca de um milhão de refugiados.