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Portugal é dos países da UE com menos abertura à economia mundial

A economia portuguesa ocupava em 2013 a 21ª posição entre os 27 estados-membros em matéria de abertura à economia mundial. Isto apesar de nos últimos anos o País ter mostrado “sinais visíveis de dinâmica internacional”.

28 de Março de 2014 às 17:45

O grau de abertura da economia portuguesa fixou-se nos 80,5% em 2013. Apesar do grau de abertura ter vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, Portugal estava, no ano passado, na 21ª posição entre os 27 países da União Europeia em matéria de inserção na economia mundial.

Abaixo de Portugal só a Finlândia, a Espanha, o Reino Unido, a Itália, a Grécia e a França, pela ordem referida. Com a maior abertura ao mundo apareciam nesse ano as economias do Luxemburgo, Irlanda, Malta, Eslováquia e Hungria, de acordo com os indicadores da globalização publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O grau de abertura de uma economia permite quantificar e comparar a inserção dessa economia na economia mundial. Basicamente resulta da soma das exportações e importações de bens e serviços a dividir pelo Produto Interno Bruto.

Apesar de ocupar um dos últimos lugares da tabela em termos de grau de abertura da economia, o INE destaca que Portugal tem mostrado “sinais visíveis de dinâmica internacional, nomeadamente com o aumento do volume de exportações de bens e serviços”, sobretudo desde 2010.

Balança de bens e serviços registou excedente em 2013

Em 2013, pela primeira vez desde pelo menos 2008, “a balança de bens e serviços registou um excedente que representava 1,1% do PIB”. As exportações pesaram, nesse mesmo ano, 40,8%, superando o peso das importações no mesmo ano (39,7%). Portugal exportou 67 mil milhões de euros de bens e serviços, mais 5,5% do que em 2012.

Depositando as atenções nas exportações verifica-se que a importância dos cinco principais parceiros de exportação de Portugal – Espanha, Alemanha, França, Angola e Reino Unido – caiu 4,9 pontos percentuais entre 2008 e 2013. O país que continua a assumir a maior importância nestas transacções é Espanha. 

Filiais de empresas estrangeiras empregam 10,7% do pessoal em Portugal

Em 2011, 10,7% do pessoal ao serviço de empresas em Portugal estava a trabalhar em filiais de empresas estrangeiras. 

Este número colocava mais uma vez Portugal na cauda da União a 27, apenas com a Alemanha e o Chipre com menos pessoal empregado em filiais de empresas estrangeiras. No extremo oposto, o Luxemburgo, com praticamente 40% do pessoal empregado em filiais estrangeiras, ocupa a posição cimeira.

Se em consideração estiverem apenas as filiais controladas por empresas de países fora da UE, estas empregavam em 2011 apenas 2,5% do pessoal.

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