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Última semana de janeiro foi a mais mortal desde o início da pandemia

Entre os dias 25 e 31 de janeiro, registaram-se 2.036 óbitos por covid-19, o equivalente a 43,2% do total de mortes contabilizadas neste período.

Alexandre Azevedo
Ana Sanlez anasanlez@negocios.pt 19 de Fevereiro de 2021 às 12:06
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A última semana de janeiro, entre os dias 23 e 31, registou o maior número semanal de mortes por covid-19 desde o início da pandemia. Segundo os dados revelados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram contabilizados nessa semana 4.711 óbitos no total, 2.036 dos quais por covid-19, o equivalente a 43,2%. Na semana seguinte, a primeira de fevereiro, o número total de óbitos baixou para 3.825, sendo que 1.597, ou 41,8%, foram mortes causadas pelo vírus. 

O excesso de mortalidade nestas duas semanas foi de 1.878 e 1.131 óbitos, respetivamente, o que se traduz num acréscimo de 66,3% e 42,0% face à média de óbitos registada nas mesmas semanas entre 2015 e 2019. Excluindo os óbitos por covid-19, "a mortalidade registada nestas duas semanas situar-se-ia abaixo da média do período 2015-2019", conclui o INE.

Dos 8.536 óbitos registados nestas duas semanas, mais de 75% corresponderam a pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos, detalha o INE. O maior excesso de mortalidade verificou-se nas pessoas com idades iguais ou superiores a 90 anos. 

As regiões Norte (25,5%), Centro (26,8%) e a Área Metropolitana de Lisboa (30,3%) concentraram 82,6% das mortes nestas duas semanas. No que toca ao número de óbitos por 100 mil habitantes, "apenas as regiões Alentejo (130,0), Centro (103,2) e Área Metropolitana de Lisboa (90,5) apresentaram valores superiores ao nacional (83,0)". Mais de 65,2% das mortes tiveram lugar nos hospitais. 

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