Ir para a universidade compensa, mas custa mais do que na UE
Estudo da FFMS mostra que o retorno de estudar na universidade é elevado. Mas os custos de entrada são elevados e podem agravar desigualdades. Autores recomendam reforço das bolsas e calibração de propinas e propõem que se estude um sistema de empréstimos.
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Investir no ensino superior compensa, com licenciados e mestres a obter, em média, rendimentos mais altos do que os jovens que ficam pelo ensino secundário ou tiram cursos profissionais. Mas quando se consideram os custos em PIB per capita de acesso ao ensino superior, o preço a pagar é também superior, podendo agravar ainda mais as desigualdades no país.