Subida da despesa permanente compromete novas descidas de impostos, diz CFP
Carga fiscal deixou 0,6% do PIB em gastos de caráter permanente a descoberto em 2025, mostra nova avaliação da entidade, que alerta para a falta de margem para responder a transição climática, custos associados ao envelhecimento demográfico, necessidades da defesa e da inovação.
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Apesar de as receitas fiscais e contributivas terem no ano passado ultrapassado largamente as previsões do Governo, dando um contributo decisivo para a obtenção de um excedente de 0,7% do PIB, estas ficaram muito aquém de cobrirem as necessidades permanentes do Estado, comprometendo a perspetiva de novos alívios de impostos que o Governo tem planeados para os próximos anos, bem como a resposta pública a desafios que vão desde a transição climática ou defesa aos custos crescentes do envelhecimento.