Há menos câmaras com taxa máxima de IMI, mas imposto vai disparar
Em ano de crise e de autárquicas, há menos câmaras a cobrar a taxa máxima de IMI, mas a receita de imposto vai disparar, devido à reavaliação do valor patrimonial dos prédios
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As câmaras municipais contaram com o aumento de IMI que vão receber por via da avaliação geral de imóveis para, em ano de autárquicas e de crise financeira, não carregar demasiado nas taxas do imposto. Assim, apesar de poderem optar por um intervalo entre os 0,3% e os 0,5%, apenas 21 câmaras, menos de 7% do total, vão aplicar a taxa máxima de 0,5% permitida por lei. Quatro fixaram valores entres os 0,4% e os 0,5% e 96 decidiram-se pelos 0,4%. Contas feitas, 39% dos municípios cobram mais de 0,4% sobre o valor patrimonial dos imóveis localizados nas suas áreas geográficas. O número é elevado, mas no ano passado quase 50% optaram pela taxa máxima de IMI, então nos 0,4%.