Economia de Angola tem "sabido fazer percurso de superação", diz ministro

O ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, José de Lima Massano, realça que as receitas fora do campo petrolífero "puxaram" pelo Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. E aponta para "oportunidades concretas" em setores como a agricultura.
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Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola Foto: João Cortesão / Jornal de Negócios José de Lima Massano, ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola
Diana do Mar 10:14

A economia de Angola tem tido "muitos desafios", mas "tem sabido fazer um percurso de superação" e "em 2026 não há de ser diferente", afirmou o ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, José de Lima Massano.

Na , que o Negócios promove esta sexta-feira, em Lisboa, José de Lima Massano, recuperou os dados oficiais, publicados há dias, que mostram o "crescimento extraordinário" das receitas fora do universo do petróleo. 

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Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o PIB de Angola cresceu 5,70% no quarto trimestre de 2025, com o setor petrolífero a registar uma contração de 1,21% comparativamente ao período homólogo, por oposição a um crescimento de 7,34% do não petrolífero.

Apesar da dependência do petróleo, o ministro angolano destacou que tem sido feito um caminho de transformação: "o setor petrolífero em menos de uma década passou de um peso superior a 30% para 19,5% neste momento".

José de Lima Massano chamou a atenção para as "oportunidades" em setores como a agricultura, elencando vantagens como terras aráveis, acesso a água e energia barata, assim como o facto de o país ter uma população ativa jovem.

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