Radar África: O outro tabuleiro africano da China
A par de Angola, Moçambique, Etiópia e África do Sul, onde já tem interesses vultuosos, Pequim pretende estreitar o relacionamento com os países do Magrebe os quais são simultaneamente uma porta de entrada na Europa e em África.
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A China aproveitou a queda do muro de Berlim, em 1991, e o facto dos Estados Unidos e da Rússia terem relegado África para um plano muito secundário na sua estratégia diplomática para se impor neste continente. A aliança entre os países africanos e a China, baseada no inequívoco pressuposto do interesse mútuo, foi francamente bem sucedida. Os primeiros conseguiram o financiamento de que tanto necessitavam, o segundo, as matérias-primas necessárias à expansão da sua indústria.