"Acto de terrorismo" em clube de Orlando provocou "vários mortos" e feridos

Um homem entrou num clube nocturno em Orlando, nos Estados Unidos, e matou meia centena de pessoas. A polícia classificou o caso com "acto de terrorismo". Estado Islâmico terá reclamado atentado.
12 de Junho de 2016 às 13:07

Ao início fala-se em pelo menos 20 pessoas mortas e 42 feridas no tiroteio no clube nocturno Pulse, em Orlando, nos EUA, que está a ser tratado pelas autoridades como "acto de terrorismo", dizendo não saber, segundo a BBC, se se trata de um acto doméstico ou internacional. Mas às 15h30 (hora de Lisboa) o número de vítimas mortais foi actualizado para meia centena.

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Pulse nightclub shooting: Approximately 20 people dead inside the club.

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Mayor Dyer: 50 dead in Pulse nightclub shooting. @ChiefJohnMina Suspect had handgun and AR15 type rifle.

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"Há múltiplos mortos dentro" do clube, afirmou o chefe da Polícia de Orlando, John Mina, numa conferência de imprensa, citado pela Lusa, numa declaração que também pode ser vista no Twitter.

O responsável disse não poder, para já, precisar o número de mortos. 

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. @ChiefJohnMina multiple people dead inside the club. Many casualties transported to hospitals. pic.twitter.com/0Lf69tClad

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Segundo a BBC, a polícia entrou no clube três horas depois do tiroteio, matando o atacante que tinha feito reféns dentro dessa discoteca.

De acordo com o Mass Shooting Tracker, citado pela BBC, houve, em 2015, nos Estados Unidos 372 tiroteios de massas - definidos como incidentes isolados que mataram quatro ou mais pessoas. Morreram 475 pessoas e ficaram feridas 1.870.

Este tiroteio segue-se a um outro de sexta-feira, em Orlando, dia em que a cantora de 22 anos Christina Grimmie foi morta depois de ter dado um concerto pelo atirador, de 26 anos, Kevin James Loibl, que se suicidou de seguida. 

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