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Dilma ganha vantagem de 15 pontos sobre Marina. Aécio Neves pode surpreender

O candidato do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB) chegou a registar menos 20 pontos percentuais em relação a Marina Silva, mas tem vindo a recuperar e agora está somente a cinco. Marina Silva pode ficar pela primeira volta.

01 de Outubro de 2014 às 18:07

Dilma Rousseff está a dilatar a sua vantagem sobre Marina Silva. A quatro dias das eleições, a presidente brasileira recuperou a sua vantagem de 15 pontos percentuais nas sondagens sobre a sua principal rival.

Dilma Rousseff obteve 40% das intenções de voto contra os 25% da antiga ministra do Ambiente de Lula da Silva na primeira volta, segundo a sondagem mais recente do Instituto Datafolha.

Mas se a queda da candidata pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) permite a Dilma começar a preparar a passagem à segunda volta, o maior beneficiado está a ser Aécio Neves.

O candidato do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB) chegou a registar menos 20 pontos percentuais em relação a Marina Silva, mas tem vindo a recuperar e agora está somente a cinco, conquistando 20% das intenções de voto.

Para ser eleita na primeira volta, Dilma Rousseff teria de obter, pelo menos, 50% dos votos dos brasileiros, o que está longe de acontecer segundo as sondagens.

Olhando para o segundo turno, a Presidente parece ter a sua reeleição assegurada. Num duelo com Marina Silva, Dilma vence por nove pontos percentuais, com 49% dos votos.

No frente-a-frente com Aécio Neves, a candidata pelo Partido dos Trabalhadores (PT) volta a levar a melhor, também com nove pontos percentuais, obtendo 50% dos votos.

Marina Silva chegou a ter uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre a Dilma Rousseff a 18 de Setembro, mas a presidente conseguiu dar a volta e recuperar.

Os analistas olham para as sondagens e apontam que Marina Silva está a perder pontos por continuar atrás nas sondagens e pelo desgaste da sua imagem.

Sobre a queda da candidato do PSB nas sondagens, o colunista do jornal Estado de são Paulo, José Roberto de Toledo, aponta que a "diminuição da esperança de eleger seu candidato costuma ter impacto na decisão de voto do eleitor".

Ou seja, "ao perder seu favoritismo, Marina Silva perdeu o voto útil daqueles eleitores que viam nela uma chance maior de derrotar Dilma", aponta.

Já o editorial do jornal Folha de São Paulo destaca a subida de Aécio Neves e escreve que o candidato está a beneficiar "do constante, e mais acentuado, desgaste de sua adversária directa", Marina Silva. 

Ao analisar as políticas económicas das duas candidatas, a agência Moody's considera que Dilma e Marina estão mais próximas do que parece à primeira vista.

"Dilma e Marina estão em posições opostas enquanto candidatas. Mas, no nosso ponto de vista, como presidentes, elas não seriam tão diferentes quanto se pensa", disse Mauro Leos, analista sénior da agência, numa conferência em São Paulo na terça-feira, 30 de Setembro.

O Brasil tem um rating de "Baa2" pela Moody's, a segunda classificação mais baixa dentro das notas de investimento, ficando atrás de outros BRIC como a Rússia e a África do Sul.

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