Mundo Trump critica Irão e pede aos líderes muçulmanos que combatam extremismo islâmico

Trump critica Irão e pede aos líderes muçulmanos que combatam extremismo islâmico

Num discurso muito centrado no combate ao terrorismo, Donald Trump afirmou que todos os países têm de participar nos esforços para erradicar o terrorismo e "trabalhar honestamente" para combater "a crise do extremismo islâmico e os grupos terroristas islâmicos que inspira".
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Negócios com Lusa 21 de maio de 2017 às 17:28

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apelou em Riade à luta contra o extremismo islâmico, sublinhando que o combate ao terrorismo "não é uma luta entre religiões", num discurso perante dirigentes muçulmanos.

"Esta não é uma batalha entre diferentes religiões [...] ou diferentes civilizações", lê-se num excerto do discurso distribuído à imprensa pela Casa Branca.

 

"É uma batalha entre criminosos bárbaros que tentam aniquilar a vida humana e gente boa de todas as religiões que tenta protegê-la. É uma batalha entre o bem e o mal", acrescenta o texto.

 

Erradicar a ameaça terrorista exige "confrontar honestamente a crise do extremismo islâmico e dos grupos terroristas islâmicos que inspira".

 

Donald Trump vai dizer aos dirigentes muçulmanos que não está ali "para dar lições", "para dizer a outros como devem viver, o que devem fazer, quem ser, quem adorar".

 

Trump acusa Irão de desestabilizar a região

 

O presidente dos EUA acusou o Irão de desestabilizar a região do Médio Oriente e de apoiar os "crimes indescritíveis" do presidente sírio, Bashar al-Assad.

 

"Tudo o que está a acontecer na Síria é culpa do regime iraniano", disse Trump ao discursar perante os líderes de 55 países muçulmanos numa conferência na capital da Arábia Saudita.

 

O presidente norte-americano apelou a todas as nações para "trabalharem para isolar o Irão e [privá-lo] dos fundos que financiam o terrorismo".

 

Insistindo nas críticas "à agressão" iraniana na região, Trump afirmou que "as vítimas que sofrem há mais tempo" com ela são os iranianos, que "suportaram dificuldades e desespero pela procura irresponsável dos seus líderes de conflito e de terror".

 

Num discurso muito centrado no combate ao terrorismo, Donald Trump afirmou que todos os países têm de participar nos esforços para erradicar o terrorismo e "trabalhar honestamente" para combater "a crise do extremismo islâmico e os grupos terroristas islâmicos que inspira".

 

"Todos os países têm um dever absoluto de garantir que os terroristas não encontram refúgio no seu território", disse.

 

O presidente norte-americano assegurou que esta "não é uma batalha entre diferentes religiões [...] ou diferentes civilizações", mas "uma batalha entre criminosos bárbaros que tentam aniquilar a vida humana e gente boa de todas as religiões que tenta protegê-la".

 

"É uma batalha entre o bem e o mal", disse.

 

O discurso de Donald Trump na cimeira de países muçulmanos é um dos pontos altos da visita de dois dias à Arábia Saudita, primeira etapa da sua primeira viagem ao estrangeiro como presidente dos Estados Unidos.

 

Os Estados Unidos, afirmou, procuram estabelecer uma "coligação de nações" no Médio Oriente que permita "erradicar o terrorismo".

 

 

 

 




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