pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque

Centeno não vê grandes países alinhados na escolha para BCE

Membros da Zona Euro votam na segunda-feira para decidir o próximo vice-presidente da autoridade monetária.

Ex-governador do Banco de Portugal foi um de dois nomes indicados pelo Parlamento Europeu.
Ex-governador do Banco de Portugal foi um de dois nomes indicados pelo Parlamento Europeu. Pedro Catarino
16 de Janeiro de 2026 às 10:02

Mário Centeno mostra-se otimista quanto à possibilidade de ser o escolhido para a vice-presidência do Banco Central Europeu, para suceder a Luis de Guindos, mas ressalva que a escolha dos grandes países que integram a Zona Euro ainda não está feita, faltando um alinhamento, também dificultado pela fragmentação política existente nos diferentes membros do euro.

Em , depois de o seu nome ter sido um dos indicados pelo Parlamento Europeu nesta semana (juntamente com o de Martinš Kazaks, da Letónia), o ex-governador do Banco de Portugal afirma que "continua a faltar um certo alinhamento dos países grandes" e admite que a escolha dos deputados possa não coincidir com aquela que será feita pelos governos. “Há muitos governos de coligação, que podem estar representados em grupos parlamentares que não tenham tido as mesmas opções”, diz.

O jornal assinala que Alemanha, França, Itália e Espanha - as maiores economias da Zona Euro - não manifestaram qualquer apoio a um candidato, e que a escolha deverá ser influenciada pela perspetiva de, em 2027, ter de ser encontrado também um novo nome para a presidência do BCE para suceder a Christine Lagarde.

O Eurogrupo reúne-se na segunda-feira para decidir a vice-presidência do BCE. O escolhido terá de reunir pelo menos 55% dos votos dos governos, representando pelo menos 65% da população da Zona Euro.

Ver comentários
Publicidade
C•Studio