A cronologia das divergências dentro do Governo
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Julho de 2012: Portas admite que o nível de impostos atingiu o seu limite
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Depois do chumbo do Constitucional a normas do Orçamento para 2012, Paulo Portas enviou uma carta aos militantes do partido, em que afirmava que "o nível de impostos já atingiu o limite". Opôs-se, assim, a uma solução que compensasse o chumbo do Constitucional por via fiscal.
Setembro de 2012: O CDS está contra a TSU? Sim. Mas aprova
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O primeiro grande momento de ruptura na coligação sucedeu quando Passos anunciou a intenção de subir a TSU dos trabalhadores. O líder do CDS mostrou-se contra, mas não vetou. "Não a bloqueei porque fiquei convencido que isso conduziria a uma crise nas negociações com a missão externa."
Novembro de 2012: Afinal quem é o número dois do Governo?
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Em entrevista, Passos Coelho refere-se a Vítor Gaspar como o número dois do Governo, o que significa que Paulo Portas, líder do partido minoritário do Governo, seria o número três. Das possibilidades ventiladas pela comunicação social é Portas passar a ser vice-primeiro-ministro.
Março de 2013: CDS pede remodelação profunda do Governo
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No final de uma reunião da Comissão Política Nacional do CDS, vários centristas pediram uma remodelação profunda do Executivo. Diogo Feio e António Pires de Lima foram duas as figuras do CDS que o defenderam. Portas não falou no final da reunião. Álvaro Santos Pereira e Miguel Relvas eram os mais falados.
Maio de 2013: TSU de pensionistas é "fronteira" que Portas não passa
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Dois dias depois de Passos Coelho apresentar um novo pacote de medidas, Paulo Portas disse recusar uma delas: a sobretaxa sobre os pensionistas. "É a fronteira que não posso deixar passar", afirmou. Medida acabou por deixar de ser obrigatória, mas manteve-se no Memorando de Entendimento.
Junho de 2013: CDS pede descida do IRS até ao final da legislatura
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Durante a apresentação da moção que levará este fim-de-semana ao congresso do CDS-PP, Paulo Portas pediu um comprometimento do Governo para descer o IRS até ao final desta legislatura. Uma hipótese que Passos Coelho não quis garantir, dizendo não saber "se é possível" baixar impostos.
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