António Capucho está disponível para disputar a Presidência da República
A direita pode ter ganho mais um candidato à Presidência da República. António Capucho, ex-presidente da câmara de Cascais, explica hoje ao “i” que uma candidatura a Belém é uma hipótese “que está em cima da mesa e que não excluo”. Capucho diz que há “um movimento crescente de independentes” que tem sugerido ao social-democrata que se candidate, mas não só. Também há “muita gente dentro do PSD”, pessoas que “acham que o partido tem de se regenerar”.
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António Capucho corre o risco de ser expulso do PSD por ter apoiado activamente a candidatura do independente Marco Almeida à câmara de Sintra, nas autárquicas de Setembro. O partido estuda a expulsão de cerca de 400 militantes que apoiaram candidaturas de independentes, ou seja, apoiaram candidatos que concorriam com as listas do PSD.
Neste momento, Capucho ainda não oficializa, contudo, a candidatura. “Não é o momento para qualquer anúncio”, diz ao “i”. “Não quero decidir imediatamente se avanço ou não”, mas considera que existe um espaço político que não é ocupado por nenhum dos previsíveis candidatos a Belém apoiados pelos partidos.
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E eles são vários: à direita, a lista é encabeçada por Marcelo Rebelo de Sousa, que parece recolher as preferências de uma sondagem já publicada pelo “i”. Durão Barroso e Santana Lopes são outros nomes comentados. À esquerda, António Costa posiciona-se como o candidato mais bem colocado – ainda que diga que não está interessado no cargo. António Guterres e José Sócrates são os outros dois nomes muito falados da esquerda.
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