Ao minuto09.02.2026

"Serei um Presidente de todos, todos, todos os portugueses”, garante Seguro

A segunda volta das presidenciais vai determinar quem será o próximo inquilino do Palácio de Belém: António José Seguro ou André Ventura. Acompanhe os principais desenvolvimentos do dia eleitoral.
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Foto: Carlos Barroso António José Seguro garante que será um Presidente de todos os portugueses Foto: José Coelho / Lusa Seguro promete ser Presidente de todos os portugueses, após eleições Foto: José Coelho / Lusa Seguro promete ser um Presidente de todos os portugueses, em dia de eleições Foto: Carlos Barroso António José Seguro saúda apoiantes com bandeiras de Portugal Foto: Carlos Barroso Seguro promete ser "Presidente de todos" após a segunda volta das eleições Foto: Miguel A. Lopes / Lusa António José Seguro discursa com bandeiras de Portugal Foto: Tiago Petinga / Lusa Seguro deixa mensagem às vítimas das tempestades antes da segunda volta das eleições Foto: Tiago Petinga / Lusa Seguro fala para vítimas das tempestades e promete apoio Foto: Carlos Barroso Seguro destaca o "apego dos portugueses à democracia" durante as eleições presidenciais Foto: Olivier Hostel / Lusa - EPA Costa e von der Leyen reúnem-se para acordo com MNE indiano Foto: Carlos Barroso Seguro destaca o "apego dos portugueses à democracia" após a votação para a segunda volta Foto: Carlos Barroso Apoiantes celebram com bandeira "Seguro Presidente" em ambiente de campanha Foto: Carlos Barroso Apoiantes de António José Seguro celebram resultados eleitorais Foto: Estela Silva / Lusa - EPA Eleições para a Presidência da República: António José Seguro e André Ventura Foto: Tiago Petinga / Lusa Ventura vota na segunda volta das eleições presidenciais Foto: José Coelho / Lusa António José Seguro vota nas presidenciais, momento importante para o país Foto: António Pedro Santos / Lusa Eleições presidenciais: Eleitor vota na secção 6 para escolher entre Seguro e Ventura Foto: António Pedro Santos / Lusa Eleições para a Presidência da República Foto: Estela Silva / Lusa - EPA Eleições para a Presidência da República Foto: António Pedro Santos / Lusa Eleições para a Presidência da República Foto: Estela Silva / Lusa - EPA José Luís Carneiro vota na segunda volta das eleições presidenciais
Negócios 08 de Fevereiro de 2026 às 23:11
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09.02.2026

Seguro e Ventura empatam em sete freguesias

António José Seguro e André Ventura empataram em sete freguesias na segunda volta das eleições presidenciais de hoje, de acordo com os dados oficiais até agora divulgados.

Nas uniões de freguesias de Bárrio e Cepões (Ponte de Lima), Vila Seca e Santo Adrião (Armamar), Carreiras de São Miguel e Carreiras de Santiago (Vila Verde) e nas freguesias de Vale de Gouvinhas (Mirandela), Talhas (Macedo de Cavaleiros), Nave (Sabugal) e Baraçal (Celorico da Beira) os dois candidatos que passaram à segunda volta empataram em número de votos.

Tratam-se de freguesias de pequena dimensão, oscilando entre os 484 eleitores que escolheram os dois candidatos em Carreiras de São Miguel e Carreiras de Santiago e os 84 de Nave.

António José Seguro tornou-se hoje o Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991, obtendo cerca de 67% dos votos contra 33% do seu adversário, André Ventura.

08.02.2026

“Não será por mim que a legislatura será interrompida”

Luís Montenegro vê agora, concluída que está a eleição do Presidente da República, três anos e meio sem eleições. E António José Seguro admite que tal aconteça, afastando uma dissolução da Assembleia da República.

Questionado sobre a duração do atual Executivo, e depois de o primeiro-ministro ter, na reação aos resultados das presidenciais, aludido a um horizonte temporal sem eleições, Seguro foi direto: “Sobre a duração da legislatura, não será por mim que ela será interrompida”.

A resposta de Seguro vem reiterar o que o agora Presidente-eleito tem vindo a afirmar ao longo da campanha, salientando que para si um chumbo de um Orçamento do Estado não é motivo para um Governo cair.

Seguro falou também sobre a relação que terá com o Governo. “Serei leal e haverá cooperação profícua” com o Executivo, disse o futuro Presidente da República.

Antes, Montenegro revelou que na felicitação a Seguro lhe garantiu “em nome do Governo toda a disponibilidade para trabalharmos em prol de Portugal com espírito de convergência para interesses dos portugueses, com toda a cooperação para servirmos o povo português de forma construtiva”.

“Esta cooperação e colaboração serão a nota dominante que dominará a estabilidade política em Portugal neste período de três anos e meio sem eleições que pode permitir a execução do programa do Governo e, com ele, trazendo a resolução dos problemas que afligem os portugueses”, acrescentou Montenegro.

08.02.2026

Ventura: "É justo dizer que, não tendo vencido estas eleições, os portugueses nos colocaram no caminho para governar este país"

“Entramos nestas eleições com o objetivo de vencer. É sempre assim que fazemos. Não vencemos e isso deve significar o reconhecer de que temos de fazer mais para convencer todos de que a mudança faz falta”, começou por referir Ventura, sem nunca mencionar a palavra derrota.

Num discurso de 12 minutos, o líder do Chega destacou que “teve o seu melhor resultado de sempre” da história do Chega e que conseguiu superar “a percentagem da AD nas últimas legislativas”. “É justo dizer que, não tendo vencido estas eleições, os portugueses nos colocaram no caminho para governar este país”, frisou.

“A mensagem do portugueses foi clara: lideramos o espaço da direita em Portugal e vamos em breve liderar este país”, argumentou, dizendo que a corrida presidencial foi uma “luta contra todo o sistema político português” e que a sua candidatura mostrou que “havia uma alternativa que não era do PS nem do PSD”.

Lamentou que os portugueses tenham escolhido “a continuidade do sistema político” e diz ter travado “um bom combate” tendo “um sistema inteiro” contra ele. “O resultado de hoje deu-nos um enorme estimulo para continuar a trabalhar nesse projeto que é transformar Portugal”,

Com Ventura a liderar na Suíça, França e Luxemburgo, Ventura felicitou ainda os emigrantes. “Eles sabem às vezes melhor do que nós o que é o amor e trabalho pelo país. Sabem o que é que o PS e PSD fizeram ao nosso país. São o nosso farol”, referiu.

O candidato mencionou ainda que já teve oportunidade de conversar com António José Seguro e felicitá-lo pela vitória eleitoral e enviar “votos de um grande mandato”. “O sucesso de António José Seguro à frente de Portugal será o sucesso de todos”, disse. Ventura falou também com o ainda Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, a quem pediu “uma transição de poder que permita a consolidação da nossa democracia, desenvolvimento e prosperidade”.

08.02.2026

"Serei um Presidente de todos, todos, todos os portugueses”, garante Seguro

O novo Presidente da República eleito, António José Seguro, já está a discursar no púlpito do Centro Cultural das Caldas da Rainha e deixa uma primeira palavra às vítimas das tempestades. "Visitarei as zonas afetadas para garantir que os apoios estão a chegar. Não os esquecerei e não os abandonarei. A resposta à dor não é o grito, é o trabalho, e há muito trabalho a fazer", afirma.

A solidariedade dos portugueses não pode substituir nunca a responsabilidade do Estado”, afirma, acrescentando ainda um recado ao Governo: "Não aceitarei burocracias que atrasem apoios".

Seguro saúda a seguir os eleitores, sublinhando que "cada um contribuiu para o fortalecimento da nossa democracia. Os vencedores desta noite são os portugueses e a democracia. E depois dirige-se aos adversários nestas eleições: "Como democrata, todos os que concorreram merecem o meu respeito. Como futuro Presidente , deixamos de ser adversário e temos o dever partilhado de trabalhar por um Portugal mais desenvolvido e mais justo. A maioria que me elegeu extingue-se esta noite."

"Cheio de emoção e responsabilidade", Seguro diz que é “o mesmo de sempre” e que a vitória é de “cada pessoa que acreditou e tem esperança num país melhor”.  "Serei um Presidente de todos, todos, todos os portugueses”, afirma. Depois reitera uma expressão: “Sou livre e sem amarras. A minha liberdade é a garantia da minha independência”.

O novo PR garante ainda que jamais será "um contrapoder" e que defende a estabilidade política como "um meio para garantir estabilidade e não um fim para manter tudo na mesma". "Estarei vigilante, farei as perguntas difíceis e exigirei respostas. Comigo em Belém os interesses ficam à porta", garante.

Depois do discurso, Seguro responde às perguntas dos jornalistas. À primeira questão - sobre a futura relação com o primeiro-ministro - Seguro diz que vai haver “cooperação institucional profícua para encontrar soluções para resolver os problemas dos portugueses" e que não será por ele que “duração da legislatura será interrompida”

Sobre se será o primeiro Presidente da República a cumprir um mandato único, Seguro diz apenas que não sabe "o que vai acontecer nos próximos cinco anos", mas vai "trabalhar arduamente". 

Quanto à legitimidade eleitoral reforçada que pediu durante a campanha eleitoral, António José Seguro admite que "as suas responsabilidades aumentaram" com este resultado histórico. "Esperava uma confiança dos portugueses, pedi essa confiança reforçada e, a certa altura, pensei que a poderia ter. Não desta grandeza, mas sou humilde para dizer que a recebo com muita honra e que a minha responsabilidade aumentou sobremaneira”, disse, acrescentando que é necessário que Governo e partidos "percebam que é preciso uma cultura de compromisso fora dos ciclos governativos, concretizada em políticas duradouras que em alguns casos ultrapassem os ciclos de governação".

Numa última questão sobre o facto de a Constituição não prever o estatuto de primeira-dama, Seguro responde com humor e faz rir a audiência: "Quanto à minha mulher, espero não a perder durante o mandato". "Respeitarei sempre as suas decisões. Sei que contarei com a Margarida ao meu lado sempre que as exigências do Estado assim o exigirem, mas a minha mulher é uma empresária independente, uma mulher com vida própria e eu respeito muito isso", conclui enquanto olha para a mulher e os filhos sentados na primeira fila do Centro Cultural das Caldas da Rainha.

08.02.2026

Seguro recebido com ovação pelos apoiantes, prepara-se para discursar

António José Seguro, que venceu neste domingo as eleições presidenciais, foi recebido numa longa ovação pelos apoiantes, no Centro Cultural das Caldas da Rainha. O presidente eleito foi recebido com aplausos, gritos de vitória e subiu para cima das cadeiras no centro do auditório - com capacidade para cerca de 700 pessoas - para agradecer o apoio.

Seguro prepara-se agora para discursar.

08.02.2026

Ventura perde na freguesia de Algueirão-Mem Martins onde nasceu

André Ventura perdeu a segunda volta das eleições presidenciais na freguesia onde nasceu, Algueirão-Mem Martins, no concelho de Sintra, com 34,99%, o que corresponde a 10.555 votos.

Na primeira volta das presidenciais, a 18 de janeiro, o presidente do Chega, André Ventura, também não foi o candidato mais votado em Algueirão-Mem Martins, tendo alcançado o segundo lugar com 25,58%.

Na freguesia onde André Ventura nasceu há 43 anos, António José Seguro conseguiu 65,01%, o que representa 19.614 votos. Já na primeira volta das presidenciais o candidato apoiado pelo PS tinha sido o mais votado ao conseguir 30,81%.

08.02.2026

Nuno Melo felicita Seguro e espera estabilidade política após várias eleições

O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, felicitou este domingo António José Seguro pela eleição como Presidente da República e espera que Portugal, após um longo ciclo de eleições, tenha estabilidade política.

"Os portugueses escolheram em liberdade o Chefe de Estado e o Comandante Supremo das Forças Armadas e, enquanto presidente do CDS-PP, a primeira coisa que quero fazer é desejar-lhe a maior sorte no exercício do mandato", afirmou Nuno Melo, também ministro da Defesa no Governo de Luís Montenegro, na sede do partido em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto.

Nuno Melo considerou que assumir a Presidência da República é assumir uma "função maior" e que desta depende "realmente o normal funcionamento das instituições democráticas e um exercício permanente daquela que é uma magistratura de influência".

Numa curta declaração, o centrista recordou que o país viveu, em menos de três anos, um ciclo muito longo de eleições, designadamente legislativas, europeias, regionais e autárquicas.

"E, por isso, eu acho que é tempo de se assegurar agora a estabilidade naquilo que é o exercício de mandatos em democracia a benefício de todos", assinalou.

O líder do CDS-PP frisou que depois de tantas eleições em tão pouco tempo, e cumprido agora o ciclo das presidenciais, é importante continuar a servir os portugueses de forma estável e duradoura.

Nuno Melo aproveitou ainda para saudar o atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o mandato em março, com quem teve ao nível do Governo a "melhor colaboração", destacou.

António José Seguro tornou-se hoje no Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991.

Até hoje, Mário Soares, na sua reeleição em 1991, tinha sido o Presidente da República eleito com maior número de votos (3.459.521 em mais de oito milhões de eleitores) e maior percentagem (70,35%).

Com votos ainda por contar, o novo Presidente da República tem uma percentagem superior a 66%, enquanto o líder do Chega supera os 33%.

08.02.2026

Aguiar-Branco faz "votos de um bom mandato" a Seguro

O Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, já felicitou o Presidente da República eleito, António José Seguro, numa mensagem publicada nas redes sociais.

Aguiar-Branco faz "votos de um bom mandato, ao serviço de Portugal e dos portugueses, e assegurando a cooperação institucional do Parlamento".

António José Seguro venceu a segunda volta das Presidenciais com uma percentagem próxima dos 67%, mais do dobro do seu oponente, André Ventura.

Seguro irá, de acordo com o calendário previsto pela Comissão Nacional de Eleições, tomar posse como Presidente da República a 9 de março, altura em que Marcelo Rebelo de Sousa conclui o seu segundo mandato.

"Ao Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, uma palavra de reconhecimento por uma década de serviço público, na chefia do Estado", acrescentou Aguiar-Branco.

08.02.2026

Apoiantes celebram recorde de votos de Seguro enquanto esperam por discurso

Numa altura em que os votos de 99,7% das freguesias estão apurados, António José Seguro obteve já 3.477.997 votos, superando o recorde detido anteriormente por Mário Soares em número de votos, na reeleição de 1991, quando obteve 3.459.521 votos.

Seguro consegue também a eleição mais expressiva de um candidato numa primeira eleição, ultrapassando o anterior recorde que era de Ramalho Eanes, em 1976, com 61,6% dos votos (2,9 milhões).

Ainda assim, não deve conseguir ultrapassar a proporção atingida por máximo de Mário Soares, que na eleição para o segundo mandato, em 1991, obteve 70,4% dos votos. 

Num auditório cheio, as centenas de apoiantes de António José Seguro reagiram com palmas, gritos e cânticos de "vitória, vitória", quando um animador anunciou o recorde de votos do presidente eleito. 

Os apoiantes aguardam que Seguro discurse, o que ainda não tem hora prevista. O presidente eleito está reunido numa sala do Centro Cultural das Caldas da Rainha com o núcleo duro da sua campanha, como o diretor e a mandatária nacional, bem como a sua esposa, entre outros. O líder do PS também se juntou ao presidente eleito para o felicitar.

08.02.2026

Seguro é o Presidente com maior número de votos de sempre

Carlos Barroso/Medialivre

António José Seguro tornou-se este domingo no Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991.

Na segunda volta das eleições presidenciais, o antigo secretário-geral do Partido Socialista chegou aos 3.477.717 de votos quando ainda faltavam apurar 21 freguesias e oito consulados, de acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Até hoje, Mário Soares, na sua reeleição em 1991, tinha sido o Presidente da República eleito com maior número de votos (3.459.521 em mais de oito milhões de eleitores) e maior percentagem (70,35%).

Dos mais de 11 milhões de inscritos para estas eleições presidenciais, quase 3,5 milhões votaram em Seguro, com André Ventura a obter mais de 1,7 milhões de votos, segundo os dados das 22:15, que apontavam para um abstenção próxima dos 50%. Com votos ainda por contar, o novo Presidente da República tem uma percentagem superior a 66%, enquanto o líder do Chega supera os 33%.

08.02.2026

"É uma vitória dos democratas". Governo deve considerar resultados, diz Carneiro

José Coelho / Lusa

De Lisboa às Caldas da Rainha, o secretário-geral do PS  decidiu vir felicitar pessoalmente António José Seguro. Na chegada ao Centro Cultural das Caldas, sede de campanha de Seguro, José Luís Carneiro disse que esta é uma "vitória dos democratas do país".

O líder socialista começou por elogiar a "coragem" de Seguro, que avançou sozinho com "estimativas eleitorais muito baixas" e "conquistou os portugueses. Questionado sobre se se arrepende de ter hesitado em apoiar formalmente a candidatura de Seguro, Carneiro respondeu que "a decisão foi tomada no momento oportuno". 

"É uma vitória dos democratas de todo o país", começou por dizer. Interrogado sobre se este resultado é o balão de oxigénio que o PS precisava, Carneiro disse que "o PS continuará a ser partido da oposição" e que "o Presidente da República é a salvaguarda da independência".

Ainda assim, admitiu que "é uma grande alegria para os socialistas" que 20 anos depois o chefe de Estado seja também um ex-secretário-geral do PS. 

Agora, defendeu José Luís Carneiro, é importante que António José Seguro "mantenha a vitória e a segure", defendendo que o Presidente da República "é o mais importante fator de estabilidade política". Nesse sentido, insistiu que o Governo deve compreender "esta mensagem de estabilidade e tenha em consideração que dois terços dos portugueses se tenham mostrado a favor da estabilidade". 

Por fim, rematou: "Hoje é dia de comemorar vitória de alguém por quem tenho muita estima pessoal".

Carneiro chegou às Caldas acompanhado pelo líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, e da ex-deputada Jamila Madeira.

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