PS já está a preparar orçamento do Estado para 2016

O PS está a ter reuniões com parceiros sociais e associações de diferentes sectores para preparar o próximo orçamento, escrevem esta quinta-feira os jornais. Na Justiça, há entidades que recusaram participar
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 24 de Setembro de 2015 às 08:57

O Partido Socialista (PS) está a preparar com os parceiros sociais e com associações de sectores como a Educação, a Saúde ou a Segurança Social o próximo Orçamento do Estado para 2016, noticiam o Diário Económico e o Público, mas algumas entidades estão a recusar participar.

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"Temos estado a fazer reuniões para recolher informação com vista à preparação do orçamento do Estado para 2016 e os seis primeiros meses de governação", revelou ao Diário Económico João Tiago Silveira, director do gabinete de estudos do PS. 

Esta quarta-feira, João Tiago Silveira esteve reunido com representantes dos patrões e sindicatos, que apontaram a área da justiça económica como prioritária.

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No entanto, de acordo com o Público, nem tudo está a correr como previsto. Para as reuniões sobre justiça foram convidados os conselhos superiores da magistratutra e do ministério público, a Associação Sindicial dos Juízes Portugueses e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, mas nenhuma destas entidades aceitou participar.

Na semana passada, António Costa afirmou que não viabilizará um orçamento proposto pela coligação PSD/CDS.

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"A última coisa que fazia sentido é o voto no PS, que é um voto de pessoas que querem mudar de política, servisse depois para manter esta política. É evidente que não viabilizaremos, nem há acordo possível entre o PS e a coligação de direita", referiu o secretário-geral do PS, em entrevista à Antena 1.

Notícia actualizado às 9h52 com mais informação

"A última coisa que fazia sentido é o voto no PS, que é um voto de pessoas que querem mudar de política, servisse depois para manter esta política. É evidente que não viabilizaremos, nem há acordo possível entre o PS e a coligação de direita", referiu o secretário-geral do PS, em entrevista à Antena 1.

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