Seguro vence em todos os distritos exceto em Faro e na Madeira
Seguro contra os extremismos diz que é o "momento de derrotar o medo"
"António José Seguro é o representante máximo do que não queremos”, diz Ventura
Seguro é recebido por centenas de apoiantes em festa
Seguro vence em todos os distritos exceto em Faro e na Madeira
Cotrim recusa apoiar Seguro ou Ventura na segunda volta e assume "derrota pessoal"
Gouveia e Melo sobre a segunda volta: “É prematuro tomar posição”
Gouveia e Melo considera que presidenciais foram "mais como umas legislativas"
Gouveia e Melo entra na sala e é recebido com aplausos
António Filipe apela ao voto em Seguro para derrotar "propósitos reacionários" de Ventura
Luís Montenegro foi "dar um abraço" a Marques Mendes
António Filipe diz que receio de dois candidatos de direita levou votos para Seguro
Mariana Leitão recusa admitir derrota e diz ainda ter esperança de Cotrim na segunda volta
Montenegro: "O PSD não estará envolvido na campanha. Não emitiremos nenhuma indicação"
Marques Mendes assume responsabilidade e não recomenda voto na segunda volta: "Não sou dono dos votos que em mim foram depositados"
José Luís Carneiro apela ao voto em Seguro "de olhos bem abertos"
Catarina Martins, Jorge Pinto, Marques Mendes e Cotrim ligaram a Seguro a felicitá-lo
"Hoje é sobre liderar a direita, amanhã é sobre agregar a direita", diz André Ventura
Catarina Martins elege Marques Mendes e Montenegro como "grandes derrotados da noite"
Candidatura de Cotrim diz que "é improvável mas não impossível" passar à segunda volta
Com mais de 83% das freguesias apuradas. Seguro e Ventura a caminho da segunda volta
Jorge Pinto vai "lutar" por Seguro na segunda volta das Presidenciais
Com 60% dos votos apurados, Seguro lidera com 30% contra 26,7% de Ventura
Campanha de Ventura destaca segunda volta, ignora vantagem de Seguro e fala em "derrota da extrema-esquerda"
Seguro saúda portugueses. Sobre resultados só fala quando forem oficiais
Manuel João Vieira fala em "vitória" e "desvitória". “Oitavo [lugar] é melhor que o 10.º”
Conceição Calhau pede serenidade enquanto se aguardam os resultados
Projeções dão vitória a Seguro. Ventura ou Cotrim serão o adversário na segunda volta
Ainda há esperança que Cotrim passe à segunda volta na sede de campanha
Campanha de Marques Mendes recebe projeções com silêncio em sala meio vazia
Centenas de apoiantes de Seguro festejam primeiro lugar nas projeções
Sondagem TVI /CNN e SIC: Seguro vence com 35% e Ventura e Cotrim em empate técnico
Sondagem da Católica põe Seguro a disputar segunda volta com Ventura ou Cotrim
Rui Moreira: “Foi uma eleição que interessou os portugueses”
Candidatura de Cotrim certa de que "contribuiu para a mobilização massiva dos portugueses"
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Projeções sobre abstenção são “bastante boas” face aos últimos vinte anos, diz campanha de André Ventura
Candidatura de Seguro saúda "maturidade cívica" com possível participação eleitoral recorde
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Urnas acabam de encerrar em Portugal Continental e na Madeira
Cotrim já chegou à sede de campanha e diz apenas estar "muito confiante"
Afluência às 16h de 45,51%, a mais elevada desde 2006
Taxa de afluência até ao meio dia de 21,18%, a mais alta em 20 anos
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André Pestana defende participação no ato eleitoral
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André Ventura: "Estou muito confiante pela mobilização que tenho visto e sentido"
Gouveia e Melo deseja "votação massiva dos portugueses"
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Ventura: "A direita fragmentou-se como nunca mas os portugueses deram-nos a liderança"
Apelando ao "povo que não quer o socialismo de volta", André Ventura reclamou vitória sobre o candidato "do montenegrismo" e sobre "o que se dizia liberal".
"A direita fragmentou-se como nunca mas os portugueses deram-nos a nós a liderança dessa direita".
Num discurso interrompido pelos apoiantes, que pediam "vitória" na segunda volta, a 8 de janeiro, Ventura defendeu que as eleições "vão ser uma luta do espaço não socialista contra o espaço socialista em Portugal".
Seguro contra os extremismos diz que é o "momento de derrotar o medo"
António José Seguro promete uma campanha de moderação no caminho para a segunda volta no dia 8 de fevereiro. Num discurso que aponta já para a campanha que agora arranca, Seguro afirmou que este "é o momento de derrotarmos o medo".
Recuperando o discurso que fez no momento da apresentação da candidatura, Seguro insistiu que "regressei para unir os portugueses", prometendo "jamais serei um presidente de uma parte dos portugueses contra a outra parte dos portugueses. Jamais! Serei o presidente de todos os portugueses e faço esse juramento perante vós."
O ex-líder socialista prometeu uma "mudança tranquila", afirmando que "há muito para mudar", em concreto na Saúde que qualificou como estando numa situação "inaceitável" e "indigna". No discurso que fechou a noite, Seguro prometeu "preservar o fundamental", apelando a "todos os democratas" e que "não há portugueses bons e maus, portugueses de primeira e de segunda", numa referência a André Ventura.
Já quase sem voz, Seguro ouviu da audiência no Centro Cultural das Caldas da Rainha "Presidente!" a que respondeu com um sorriso.
Com todas as freguesias apuradas, António José Seguro arrecadou 31,14% dos votos.
"António José Seguro é o representante máximo do que não queremos”, diz Ventura
Com passagem garantida à segunda volta, mas com menos cerca de 400 mil votos do que António José Seguro, André Ventura descreveu a segunda volta como "uma luta do espaço não socialista contra o espaço socialista em Portugal", apelou aos eleitores da direita "fragmentada", aos que andaram "meses a dizer que o socialismo era para acabar" e ao "povo que não quer o socialismo de volta".
"Nós só perderemos estas eleições por egoísmo do PSD, da IL, que se dizem de direita", disse o candidato presidencial, em Lisboa.
Acusando António José Seguro de querer "mais impostos para distribuir mais subsídios", mais burocracia para "sufocar as empresas", "mais imigração descontrolada, e o PS se der "o maior responsável pelo Estado da corrupção, o candidato presidencial que passa à segunda volta e lider do Chega considerou que as eleições presidenciais, com a segunda volta marcada para 8 de fevereiro, vão ser uma luta do espaço não socialista contra o espaço socialista em Portugal".
“A luta que começa daqui a meia hora mobiliza-me mais do que qualquer outra luta porque António José Seguro é o representante máximo daquilo que não queremos”.
Seguro é recebido por centenas de apoiantes em festa
Quando António José Seguro chegou ao grande auditório do Centro Cultural das Caldas da Rainha foi recebido com aplausos e cânticos das cerca de mil pessoas que o aguardavam.
"Seguro amigo, Portugal está contigo", "Portugal presente, Seguro a presidente" foram alguns dos gritos de apoio que foram entoados na sede de campanha do candidato apoiado pelo PS.
Os apoiantes receberam-no em ambiente de festa. "Vitória, vitória", gritavam, enquanto abanavam bandeiras de Portugal. Seguro subiu ao púlpito acompanhado pela mulher e os dois filhos, e prepara-se para discursar.
Seguro vence em todos os distritos exceto em Faro e na Madeira
Com todas as freguesias de Portugal Continental apuradas, António José Seguro venceu as eleições presidenciais deste domingo com 31,14% dos votos, faltando ainda apurar os resultados em 12 consulados. André Ventura passa à segunda volta, agendada para 8 de fevereiro, com 23,48%.
João Cotrim de Figueiredo ficou em terceiro, com 15,99%, enquanto Henrique Gouveia e Melo obteve 12,34%, superando Marques Mendes, que ficou com 11,32%.
No lote de candidatos que ficaram com menos de 3%, Catarina Martins recolheu a preferência de 2,06% dos eleitores, seguida de António Filipe, com 1,64%. Manuel João Vieira alcançou 1,08%, batendo Jorge Pinto, que apenas conseguiu 0,68%. André Pestana ficou com 0,19% e Humberto Pereira com 0,08%.
Houve ainda 1,06% de votos em branco e 1,14% de votos nulos.
Cotrim recusa apoiar Seguro ou Ventura na segunda volta e assume "derrota pessoal"
João Cotrim de Figueiredo, candidato apoiado pela IL à Presidência da República, já admitiu que não vai passar à segunda volta das eleições e considera que é uma "derrota pessoal". "Não é uma derrota da equipa e da ideia de que Portugal pode ser mais e melhor. É uma derrota pessoal do candidato, que não conseguiu traduzir essas ideias", afirma.
O candidato, que acabou por ficar em terceiro lugar, já ligou a António José Seguro e a André Ventura para os felicitar pela vitória.
Cotrim recusa-se a apoiar António José Seguro ou André Ventura na segunda volta. "Não tenciono endossar nem recomendar o voto a qualquer candidato", afirmou, sendo recebido com grandes palmas pela centena de apoiantes presentes na sede de campanha.
"É provavel que tenhamos um presidente socialista em Belém. Tal ficará a dever-se a um erro estratégico do PSD", disse ainda, afirmando "Luís Montenegro não pôs o interrese do pais à frente do seu partido". "Não esteve a altura do lugar de Francisco Sá Carneiro", atirou.
Gouveia e Melo sobre a segunda volta: “É prematuro tomar posição”
Henrique Gouveia e Melo afastou, para já, qualquer tomada de posição sobre apoios na segunda volta das presidenciais, sublinhando que considera o momento “manifestamente precoce” para o fazer. O candidato explicou que a prioridade imediata foi assumir os resultados com serenidade e respeito pela vontade democrática dos eleitores, reservando para mais tarde uma eventual decisão política sobre o desfecho do sufrágio.
O almirante na reserva fez questão de esclarecer que a ausência de uma posição imediata não equivale a uma recusa definitiva. “Eu não disse que não ia tomar posição. Disse apenas que era prematuro”, afirmou, acrescentando que acabou de terminar a primeira volta e que qualquer avaliação ou decisão exige tempo e ponderação. Afirmou ainda que falará quando entender que é oportuno, guiado exclusivamente pela sua consciência.
O candidato sublinhou também que os mais de 600 mil votos que recebeu representam uma confiança pessoal, e não um capital político automaticamente transferível, reforçando a ideia de independência que marcou a sua candidatura. “Eu só sou dono de mim próprio e da minha consciência”, disse, afastando leituras de alinhamento imediato com qualquer dos finalistas.
“Mais tarde falarei quando achar que for oportuno", afirmou.
Gouveia e Melo considera que presidenciais foram "mais como umas legislativas"
O candidato Henrique Gouveia e Melo diz que os resultados destas eleições não corresponderam aos objetivos que traçou. O almirante na reserva escusou-se, por enquanto, a indicar qualquer apoio para a segunda volta.
"Ainda assim esta foi uma experiência que muito me honrou", afirmou.
O almirante na reserva já parabenizou António José Seguro e André Ventura pela passagem à segunda volta.
"Continuarei disponível para servir Portugal", disse, frisando que "o país continuará a contar comigo com a minha participação cívica, com a minha voz", atirou, agradecendo aos mais de 600 mil cidadãos que votaram em si.
Perguntado sobre a quem endossaria esses mais de 600 mil votos na segunda volta, disse que este é um momento "ainda muito precoce para manifestar opinião"
"Na minha modesta opinião não estivemos verdadeiramente numas eleições presidenciais, estivemos mais numas eleições legislativas", afirmou.
Gouveia e Melo entra na sala e é recebido com aplausos
O candidato Henrique Gouveia e Melo chegou pela primeira vez à sala onde deverá falar, tendo sido recebido com aplausos dos apoiantes que se foram juntando mas que nunca conseguiram encher totalmente o espaço.
Os apoiantes vão gritando: Portugal, Portugal.
António Filipe apela ao voto em Seguro para derrotar "propósitos reacionários" de Ventura
O candidato presidencial António Filipe considerou que o seu resultado nas eleições deste domingo ficou aquém do que o país precisa e apelou ao voto em António José Seguro na segunda volta para derrotar os "propósitos reacionários" de André Ventura.
"O apelo ao voto no candidato António José Seguro não significa um apoio ao candidato António José Seguro e àquilo que ele defendeu enquanto candidato e o que tem defendido ao longo da sua atividade política, mas significa a vontade imperiosa de derrotar o candidato André Ventura e é isso que estará, fundamentalmente, em causa nestas eleições", afirmou o candidato apoiado pelo PCP, em declarações aos jornalistas num hotel em Lisboa, frente à sede do partido.
António Filipe considerou que o resultado obtido pela sua candidatura, com cerca de 1,5% dos votos, "ficou aquém do que o país precisa".
Assim, prosseguiu, "em face do pacote laboral que o Governo PSD/CDS pretende levar por diante, da degradação do Serviço Nacional de Saúde que está em curso, da negação do direito à habitação, dos ataques que se vão intensificar contra os direitos sociais consagrados na Constituição, o povo português terá de encontrar a força necessária para lutar contra esses propósitos reacionários [do candidato apoiado pelo Chega]".
António Filipe diz que receio de dois candidatos de direita levou votos para Seguro
António Filipe teve pouco mais de 1% dos votos nas Presidenciais, um resultado que o candidato apoiado pelo Partido Comunista Português justifica com a fuga de votos para António José Seguro por parte de eleitores que temeram uma segunda volta apenas com candidatos da direita.
"Muitos que votaram em António José Seguro fizeram-no por receio de [poderem existir] dois candidatos à direita na segunda volta", disse António Filipe em reação aos resultados das Presidencais. Isso "pesou na cabeça dos portugueses", atirou.
"Houve muitas pessoas que disseram que noutras circunstâncias teriam votado na minha candidatura. Receios de que só existissem candidatos de direita na segunda volta, por isso votaram em Seguro", acrescentou, sem apontar a intenção de voto para dia 8 de fevereiro.
"O resultado foi o que foi", acrescentou António Filipe, com o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, atrás de si.
"Agora não nos arrependemos nesta candidatura", disse. Apontou que esta foi uma "campanha honesta e elevada", focada nas "preocupações centrais dos portugueses".
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