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Gaia promete isenção de licenciamento para reconstruir loja da Conforama

Incêndio destruiu por completo a loja e armazém de móveis na Afurada, onde trabalham 40 pessoas. Esta era uma das quatro unidades portuguesas da marca francesa, que previa remodelar até ao final de 2015.

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12 de Fevereiro de 2014 às 13:06

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia vai propor na próxima reunião do executivo, agendada para 17 de Fevereiro, a “isenção total de qualquer tipo de licenciamento” para o projecto de reconstrução da Conforama, que “espera que seja concretizável o mais rapidamente possível”.

Eduardo Vítor Rodrigues prometeu ainda colocar à disposição da empresa “todos os meios necessários à reedificação da loja e do armazém” da empresa na freguesia da Afurada, onde trabalhavam 40 pessoas e que esta madrugada ficaram totalmente destruídos na sequência de um incêndio, com causas ainda desconhecidas.

O sucessor de Luís Filipe Menezes, eleito nas últimas eleições autárquicas nas listas do PS, informou também já ter enviado uma carta à administração da Conforama, comunicando, além da disponibilidade para colaborar na recuperação das instalações, a sua preocupação com a destruição desta “loja de referência no concelho” e com os “postos de trabalho que podem ter ficado em causa”.

Plano de investimento de 20 milhões contemplava loja de Gaia

Criada em 1967 em Lyon, a marca passou em 1991 a integrar o então designado grupo Pinault-Printemps-Redoute (actualmente designado Kering). No início de 2011, a marca de mobiliário foi comprada pela Steinhoff, com sede na África do Sul, pelo valor de 1,2 mil milhões de euros.

Em entrevista ao Negócios, publicada a 29 de Janeiro, o director-geral da Conforama Iberia, Manuel Estévez, disse que o grupo planeia investir 20 milhões de euros em Portugal. Parte desse valor está reservado para remodelar as actuais quatro unidades – além da de Gaia, agora destruída pelo fogo, conta com lojas em Cascais, Amadora e Albufeira. O restante valor a investir no próximo triénio contempla a abertura de mais seis lojas.

O grupo francês já escolheu, inclusive, a localização dessas novas unidades. As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto suportarão mais duas unidades cada, uma no Algarve e uma na ilha da Madeira, que até agora tem estado fora da rota das grandes superfícies deste sector. Alguns dos novos locais já estão a ser analisados e negociados, adiantou Estévez.

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