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Sondagem: Dois terços acham que os apoios contra a pandemia "não são suficientes"

A maioria dos portugueses considera que o governo devia ir mais longe nos apoios às famílias e empresas nesta crise sanitária. Cerca de metade defende que esse reforço devia ser sobretudo canalizado para restaurantes e comércio.

Rui Minderico
Negócios jng@negocios.pt 25 de Fevereiro de 2021 às 08:00
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O Governo não se cansa de falar nos apoios dados às famílias e empresas para enfrentarem esta crise sanitária, com o ministro das Finanças a garantir que não faltará dinheiro para isso, ao mesmo tempo que a oposição pede um reforço destas medidas. E os portugueses parecem, a este respeito, estar alinhados com a oposição.

Segundo uma sondagem da Intercampus, 67% dos inquiridos considera que os apoios "não são suficientes" e apenas 7% dizem que o são. Um quarto diz que não sabe e 1,3% não responde.

Em termos setoriais, os portugueses mostram-se mais sensibilizados com a situação da restauração e do comércio. Um em cada quatro dizem que os apoios deveriam incidir mais sobre os restaurantes, enquanto 23% dão a primazia ao comércio. Mais atrás surgem o turismo (14%)e a indústria (10%).

FICHA TÉCNICA

Objetivo: Sondagem realizada pela INTERCAMPUS para a CMTV/CM e Jornal de Negócios, com o objetivo de conhecer a opinião dos portugueses sobre diversos temas da política nacional, incluindo a intenção de voto em eleições legislativas. Universo: População portuguesa, com 18 e mais anos de idade, eleitoralmente recenseada, residente em Portugal Continental. Amostra: A amostra é constituída por 609 entrevistas, com a seguinte distribuição proporcional por sexo, por idade e região. Seleção da amostra: A seleção do lar fez-se através da geração aleatória de números de telefone fixo / móvel. No lar a seleção do respondente foi realizada através do método de quotas de género e idade (3 grupos). Foi elaborada uma matriz de quotas por Região (NUTSII), Género e Idade, com base nos dados do Recenseamento Eleitoral da População Portuguesa (31/12/2016). Recolha da Informação: A informação foi recolhida através de entrevista telefónica, em total privacidade, através do sistema CATI. O questionário foi elaborado pela INTERCAMPUS e posteriormente aprovado pelo cliente. Estiveram envolvidos 23 entrevistadores, devidamente treinados para o efeito, sob a supervisão dos técnicos responsáveis pelo estudo. Os trabalhos de campo decorreram entre 8 e 13 de fevereiro de 2021. Margem de Erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de 4,0%. Taxa de Resposta: A taxa de resposta obtida neste estudo foi de: 61,2%.





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