O antigo líder do BCE e ex-primeiro-ministro da Itália continua a ser uma das vozes mais lúcidas no espaço europeu, desta feita ao lembrar que os Estados Unidos se tornaram num parceiro “imprevisível” e sugeriu a que a UE adotem um “federalismo pragmático”.“A Europa precisa da capacidade para responder de forma mais assertiva”, defendeu Draghi. No fundo, na mesma linha do canadiano Mark Carney.
Ninguém é culpado por ser familiar de alguém suspeito num processo de investigação do Ministério Público. Em todo o caso, o ministro da Presidência sai fragilizado. Por mais que tenha pedido escusa, os negócios do cunhado, Ricardo LeitãoMachado, investigados na Operação Torre de Controlo, por suspeitas de corrupção e outros crimes na contratação de meios aéreos para o combate aos incêndio, fustigam o governante.
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