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Proprietários florestais com acesso a crédito de 2,5 milhões para remover material lenhoso

Governo põe em marcha linha de financiamento para acelerar processo de remoção de árvores caídas e de limpeza de terrenos face ao risco de incêndios no verão, depois de, em março, ter prometido aos proprietários florestais afetados pelas tempestades apoios de 40 milhões de euros do PRR.

Efeitos da depressão Kristin nas Caldas da Rainha
Efeitos da depressão Kristin nas Caldas da Rainha Carlos Barroso / Lusa - EPA
10:22

Em face do rasto de destruição deixado pelas tempestades, o Governo anunciou uma linha de financiamento de até 2,5 milhões de euros por empresa, destinada ao setor florestal, de modo a acelerar o processo de remoção de material lenhoso e limpeza de terrenos para prevenir maiores riscos de incêndio, com o aproximar do verão.

Em comunicado conjunto, enviado esta sexta-feira às redações, o Ministério da Economia e da Coesão Territorial e o da Agricultura e Mar, indicam que a linha de financiamento, operacionalizada pelo Banco Português de Fomento (BPF), "visa reforçar a liquidez das empresas, permitindo fazer face a necessidades imediatas de tesouraria e assegurar a continuidade da remoção de material lenhoso nas zonas impactadas pela tempestade Kristin".

No entanto, ressalvam, o acesso a esse instrumento financeiro, descrito como "ágil e eficaz" tem âmbito nacional, de modo a garantir "uma resposta abrangente e equitativa", ou seja, está disponível para todas as empresas do setor florestal, "independentemente da sua localização", para "aquisição e remoção de material lenhoso nas áreas afetadas".

"Com o aproximar da época de incêndios, há toda a urgência em remover as árvores caídas e limpar os terrenos e esta linha visa precisamente acelerar este processo de forma que estes territórios tão massacrados pelas tempestades não sejam ainda mais penalizados", diz o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida.

"Esta é mais uma iniciativa para reforçar o compromisso do Governo com a recuperação, a resiliência e a valorização do setor florestal, assegurando uma melhor capacidade de resposta na prevenção de incêndios e de riscos de saúde vegetal", reforça, por seu turno, o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, também citado na mesma nota.

Com efeito, a 13 de março, em Pombal, um dos concelhos mais afetados pelas tempestades, para removeram as árvores caídas e limparem os terrenos.

O titular da pasta da Agricultura mencionou então um incentivo na ordem de mil euros por hectare para os proprietários retirarem a madeira e depois limpar os terrenos "para não deixarem material combustível". Não está, claro, porém, qual o ponto de execução dessa promessa.

O objetivo era limpar, até ao final do ano, as zonas críticas, estimadas em 30 mil hectares, segundo explicou então. 

A 28 de março, estavam registadas  seis mil intenções de privados para remoção de material lenhoso e para intervenções nas áreas prioritárias para prevenir incêndios na plataforma criada para o efeito do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), segundo a agência Lusa.

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