Há quatro anos, quando Vladimir Putin decidiu invadir a Ucrânia, muitos observadores previram que Kiev capitularia em dias e o presidente do país foi até convidado a exilar-se. Zelensky recusou e os ucranianos conseguiram rechaçar a ofensiva russa. A sua determinação forçou a União Europeia a colocar a questão da defesa no centro das suas prioridades. Zelensky já tem um lugar reservado na história.
O primeiro-ministro húngaro voltou a bloquear um pacote de sanções da União Europeia à Rússia e ameaça travar o empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia. Órban alega que os ucranianos estão a impedir a chegada de petróleo russo à Hungria através do oleoduto Druzhba. Os ucranianos dizem que a infraestrutura foi atacada pelos russos. A realidade é que Órban nunca teve realmente vontade de se afastar de Putin.
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