Pode ser por puro instrumento de vaidade, mas o facto de o Presidente norte-americano receber o homólogo ucraniano este domingo pode ser decisivo para desenhar um plano de paz aceite pelas duas partes. À hora de fecho deste artigo, ainda se desconheciam os resultados do encontro, mas as declarações à entrada apontavam para um momento que poderá ser de viragem num conflito que dura há quase quatro anos.
Numa região marcada pela instabilidade, o primeiro-ministro israelita anunciou o reconhecimento da Somalilândia, numa decisão inesperada e inédita entre os países membros da ONU e que desencadeou uma reação de crítica em cadeia. O passo, visto como puramente instrumental para Netanyahu, foi condenado pela Liga Árabe e as Nações Unidas marcaram uma sessão urgente. A União Europeia pediu diálogo.
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