DreamMedia de Gaia ganha em tribunal reativação de “outdoors” digitais nas entradas de Lisboa
A DreamMedia, que garante ser “líder em Portugal na rede digital em ambiente ‘street’”, acaba de anunciar que os seus “outdoors” digitais nas principais entradas da capital voltaram a ser reativados.
“No decurso da audiência de julgamento do processo que tinha levado à suspensão temporária destes ativos, o tribunal determinou a sua imediata reposição em funcionamento, permitindo desta forma à DreamMedia voltar a ligar os ‘outdoors’ digitais e retomar plenamente esta operação estratégica na entrada de Lisboa”, avança a empresa sediada na cidade de Vila Nova de Gaia, em comunicado.
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Os “outdoors” agora reativados cobrem todos os diferentes e mais importantes eixos viários da capital como A5, A1, Eixo Norte/Sul, IC17 CRIL, IC2 Portela, A12 Ponte Vasco da Gama e 2.ª Circular/entrada em Lisboa, “formando assim o novo Anel Digital Circundante de Lisboa, transformando os acessos à capital no verdadeiro ‘prime time’ da publicidade exterior nacional”, enfatiza a empresa de Ricardo Bastos.
Esta decisão surge depois de a empresa “ter desde sempre tornado pública a sua posição sobre a origem e os contornos deste processo, enquadrando-o como uma ofensiva de natureza concorrencial e denunciando a instrumentalização de familiares de colaboradores por parte da JCDecaux”, acusa a DreamMedia.
Ao longo da audiência, conta a empresa fundada por Bastos em 2004, “essa leitura saiu reforçada pelas contradições evidentes entre os depoimentos dos autores e das testemunhas, que fragilizaram de forma clara a consistência da versão apresentada contra a empresa”.
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“Este é um momento de reposição da confiança no digital ‘out-of-home’ em Portugal. Fica evidente que é possível inovar com responsabilidade, cumprir as regras e oferecer ao mercado a mais poderosa plataforma digital de entrada em Lisboa”, considera ricardo bastos, CEO da DreamMedia,
Filho de empresários de decoração publicitária, desde muito cedo que Bastos, com meia dúzia de anos, já se vestia a preceito, "com bata, pincel e lata de tinta" para fazer a sua própria publicidade. E aos oito, garante, fechou o primeiro negócio: criou e vendeu por 100 escudos (50 cêntimos) uma placa publicitária para uma oficina vizinha.
Começou a trabalhar na área aos 15 anos, como "freelancer", e aos 18 fundou a DreamMedia, "com recurso a capitais próprios, sem qualquer tipo de financiamento", como gosta de sublinhar.
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Agora tem 36 anos e garante que a DreamMedia é líder do setor em Portugal.
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