Lisbon Brokers inicia cobertura da Mota-Engil com preço-alvo de 4,50 euros

A Lisbon Brokers iniciou a cobertura das acções da Mota-Engil com uma recomendação de "manter" e um preço-alvo de 4,50 euros sublinhando que o abrandamento económico ainda ameaça o sector da construção.
Ana Filipa Rego 12 de Fevereiro de 2008 às 14:29

A Lisbon Brokers iniciou a cobertura das acções da Mota-Engil com uma recomendação de "manter" e um preço-alvo de 4,50 euros sublinhando que o abrandamento económico ainda ameaça o sector da construção.

Numa nota de "research", a analista Sara Amaral afirma que estima que a Mota-Engil atinja lucros de 95,6 milhões de euros em 2007, ou um crescimento de 196,8% em termos homólogos, devido ao ganho de 67,4 milhões de euros resultante do IPO da Martifer no terceiro trimestre de 2007. Esperam também que o EBITDA aumente 76,1%.

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Segundo a mesma fonte, os principais "drivers" para os lucros de 2007 deverão ter sido as concessões dos Transportes. "Assim, considerando que o abrandamento económico ainda ameaça o sector, chegamos ao preço-alvo de 4,50 euros com uma recomendação de ‘manter’", explica.

Para o início da cobertura pesou o facto da Mota-Engil ser hoje em dia a maior construtora portuguesa, com 61% das suas receitas a serem provenientes do negócio da Engenharia e Construção. Para além disso, a construtora entrou no PSI-20 em 2005 com uma estrutura accionista "estável".

A mesma fonte conclui que, apesar de esperarem que a Mota-Engil participe em aquisições "importantes", o estado "frágil da economia debetá prejudicar uma recuperação mais dinâmica". Sublinha ainda que o Grupo tem uma "importante" presença na Europa de Leste e em Angola, com esta última a ser a principal impulsionadora das receitas em 2008".

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