"Spot" publicitário de 30 segundos no Super Bowl já vale 10 milhões de dólares
Os preços máximos dos anúncios publicitários do Super Bowl atingiram um novo recorde, chegando ao oito dígitos, com um "spot" publicitário de 30 segundos a valer até 10 milhões de dólares (8,4 milhões de euros).
A informação foi avançada pelo responsável de publicidade da NBCUniversal, responsável pela transmissão da edição de 2026, Mark Marshall, numa entrevista citada pela Bloomberg, reafirmando o domínio da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, na sigla inglesa) sobre os adeptos e patrocinadores.
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O mesmo responsável esclareceu, contudo, que os preços para um anúncio de 30 segundos durante o Super Bowl são em média de 8 milhões de dólares, ou seja, quase o mesmo do que o recorde do ano passado.
Os telespetadores do Super Bowl podem esperar ver mais anúncios dos setores tecnológico, farmacêutico e bem-estar enquanto assistem à final entre os Seattle Seahawks e os New England Patriots, que vai decorrer em Santa Clara, na Califórnia, afirmou, dando conta de que quase 40% dos patrocinadores não participaram no Super Bowl no ano passado.
A NFL continua a ganhar força entre os anunciantes, destacando-se no meio da avalanche de grandes eventos desportivos que têm lugar em 2026, realçou Mark Marshall.
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"Não há nada que gere notoriedade de marca como o Super Bowl e acho que é por isso que continuamos a ver marcas a investir nele", sustentou.
O Super Bowl do ano passado foi o evento mais visto na história da NFL, com quase 128 milhões de pessoas a sintonizarem o pequeno ecrã na Fox para verem os Philadelphia Eagles derrotarem os Kansas City Chiefs.
O músico porto-riquenho Bad Bunny vai ser o protagonista do tradicional espetáculo de intervalo do Super Bowl LX.
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Essa escolha será, aliás, uma das razões pelas quais o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não vai ao maior evento desportivo do país. A outra são os Greenday. Em comum têm o facto de serem seus críticos.
"Sou contra eles. Acho que é uma escolha terrível. Só serve para semear ódio. Péssimo", afirmou Trump, numa entrevista ao New York Post.
Apesar de ter criticado as escolhas musicais, Trump declarou que não eram a razão para falhar a final. E deu outra: "É muito longe".
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