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General Motors traça novas metas de crescimento depois dos “recalls”

Mary Barra quer que a companhia se torne “a mais valiosa do ramo automóvel” aos olhos de investidores e clientes. A Cadillac será a base de toda a operação.

7 - Mary Barra, presidente executiva da General Motors
Bloomberg
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 02 de Outubro de 2014 às 16:03

A meta é aumentar a margem do EBITDA (lucros antes de juros, impostos e amortizações) dos 9% para os 10% na América do Norte e recuperar lucros na Europa nos próximos dois anos.

 

Os novos objectivos para a fabricante automóvel General Motors (GM) foram apresentado esta quarta-feira, 1 de Outubro, pela CEO Mary Barra aos investidores. "Temos os recursos. Temos o talento técnico. Temos uma impresão digital global. É só executar", afirmou.

 

Segundo a Forbes, esse crescimento será feito através de vários pilares. Um deles passa pela aposta em novos produtos e tecnologias, nomeadamente o desenvolvimento de sistema de condução semi-autónoma. Ao nível de lançamentos, é avançado o número de 60 novos modelos.

 

A Cadillac – onde deverão ser investidos 14 mil milhões de dólares até 2018 – será a base do crescimento da GM. O primeiro passo já se deu com a autonomização da marca e a mudança do quartel-general para Nova Iorque. A aproximação ao mercado chinês será uma das prioridades.

 

Mary Barra quer que a companhia se torne "a mais valiosa do ramo automóvel" aos olhos de investidores e clientes. Para favorecer o reforço da relação e a consequente fidelização terá de ultrapassar o impacto das sucessivas operações de recall [chamadas de automóveis às oficinas para verificação de falhas]. Até ao momento, contabilizam-se 21 mortes neste processo.

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