APB: “É de todo improvável que haja qualquer concertação de preços” na banca

Faria de Oliveira frisa que a banca em Portugal funciona num contexto “total e claramente competitivo” e é sujeita a uma supervisão “tão intensa e permanente” que torna “de todo improvável” a prática de fixação de preços. Pede conclusões céleres.
06 de Março de 2013 às 17:04

O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), Faria de Oliveira,  não acredita que as buscas hoje realizadas a diversos bancos portugueses resultem nalguma contra-ordenação por fixação de preços.

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“Num mercado total e claramente competitivo como é o da Banca em Portugal, sujeito a uma supervisão tão intensa e permanente por parte das autoridades competentes nacionais - e mesmo internacionais - , como é a que, de facto, se verifica, é de todo improvável que haja qualquer concertação de preços ou de qualquer outra natureza”.

 

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Em declarações enviadas à comunicação social, Faria de Oliveira apela a conclusões rápidas, depois de afirmar que as “autoridades têm sempre, naturalmente, de fazer o que lhes compete”  e que “nenhum sector está acima da regras e, portanto, o sector bancário também não”.

 

“Espero que as Autoridades, com a colaboração imediata e interessada que cada banco lhes prestará,  levem a cabo as suas diligências e que apresentem uma conclusão da forma mais célere que conseguirem, de modo a afastar qualquer suspeita de irregularidades comerciais no mercado bancário nacional”.

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Já ao fim da manhã, a APB dizia estar surpreendida com a “realização e dimensão” das buscas feitas à banca” e reiterava que este é um sector onde há “uma concorrência muito intensa e grande transparência na divulgação dos preços.”

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