Miguel Alves confirmado como CFO do Banco de Fomento. Promete "gestão financeira rigorosa"

A notícia sobre a ida de Miguel Alves para o BPF tinha sido avançada primeiramente em outubro do ano passado.
Miguel Alves é o novo diretor financeiro do Banco Português de Fomento
D.R.
Rui da Rocha Ferreira 11:35

Miguel Alves foi anunciado oficialmente como novo diretor financeiro (CFO) do Banco Português de Fomento (BPF). A nomeação tem efeitos a partir de 2 de março.

Com carreira feita no Fundo Europeu de Investimento (FEI), Miguel Alves, de 36 anos, assume agora a direção financeira do banco que tem como missão apoiar o desenvolvimento da economia portuguesa e promete uma gestão financeira "rigorosa".

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"O ano de 2025 foi muito desafiante para o Banco Soberano de Portugal e 2026 trará novos desafios aos quais é preciso dar resposta com dinamismo e capacidade, através de uma gestão financeira rigorosa e eficiente, assegurando que os instrumentos financeiros chegam de forma eficaz à economia real e promovem o crescimento sustentável das Empresas e do nosso país”, afirma Miguel Alves, em comunicado enviado às redações nesta quinta-feira.

Segundo a nota biográfica disponibilizada no comunicado da nomeação de Miguel Alves, o gestor é licenciado em Economia pela Universidade de Coimbra, tendo realizado formações nas Universidades de Harvard e da London School of Economics (LSE). No Fundo Europeu de Investimento esteve 11 anos, tendo assumido diferentes funções na instituição europeia.

A notícia sobre a ida de Miguel Alves para o BPF tinha sido avançada primeiramente em .

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"A entrada do Miguel Alves para Chief Financial Officer representa um reforço claro da ambição e da capacidade do Banco Português de Fomento. Com a sua experiência institucional no Grupo BEI-FEI, aliada ao trabalho de diplomacia de vários países e vários Governos e à capacidade multilingue de interação em várias geografias, será um CFO com visão de negócio global, com impacto nos resultados, com reforço da nossa competitividade e com foco nas empresas e na economia", sublinha Gonçalo Regalado, presidente executivo (CEO) do Banco Português de Fomento.

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