Rácio de capital do Novo Banco supera mínimo exigido
A avaliação da PwC do Novo Banco revela que a instituição liderada por Eduardo Stock da Cunha tem actualmente um rácio de capital superior ao mínimo exigido, o que significa que o banco tem uma folga de capital face aos mínimos exigidos.
Bruno Simão/Negócios
Sara Antunes 03 de Dezembro de 2014 às 20:43
A PwC esteve a avaliar os activos e os passivos do Novo Banco, tendo concluído que o rácio de fundos próprios, o CET1 (que mede o nível de resiliência da instituição), está nos 9,2%, de acordo com o comunicado emitido pelo Banco de Portugal, no âmbito da avaliação feita após a resolução que ditou a separação do BES em Novo Banco e no banco "mau" – onde ficaram os activos considerados "tóxicos".
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Este rácio é superior ao mínimo exigido, que é de 8%. O mesmo é dizer que o Novo Banco, de acordo com as exigências das autoridades, não precisa de mais capital.
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