O banco que é uma "pedra no sapato" dos CTT
Criado há uma década, o Banco CTT cresceu, mas não conseguiu intrometer-se entre os grandes. Precisou de injeções de capital de mais de 150 milhões de euros e viu a Generali tornar-se acionista. A empresa postal admite vender 100% da instituição.
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“Estamos a considerar todas as possibilidades, até mesmo vender o banco todo”. A frase, dita pelo CEO dos Correios em entrevista à Bloomberg em 2024, não deixa margem para interpretação. Os CTT (ou pelo menos os CTT de João Bento) querem sair do capital do banco com o mesmo nome, ou, no mínimo, reduzir a participação na instituição financeira que criaram em 2015. Os Correios querem concentrar-se no “core” do seu negócio: a entrega de encomendas e o correio expresso.
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