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BCP defende nova lei para financiar Fundo de Resolução

O presidente do BCP defende que as sucursais de bancos estrangeiros deveriam contribuir para o Fundo de Resolução, uma solução que Máximo dos Santos já disse ser ilegal. “A concorrência sã deve prevalecer” e a lei deve ser mudada, argumenta Miguel Maya.

Miguel Maya argumenta que o atual modelo de financiamento do Fundo de Resolução retira competitividade aos bancos nacionais.
Miguel Maya argumenta que o atual modelo de financiamento do Fundo de Resolução retira competitividade aos bancos nacionais. Mariline Alves
Rafaela Burd Relvas rafaelarelvas@negocios.pt 17 de Setembro de 2020 às 23:10
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Numa altura em que Governo e partidos estão a procurar alternativas para financiar o Fundo de Resolução (FdR), o presidente do BCP volta a contestar o modelo em vigor. A solução, defende, deveria passar por obrigar todos os bancos, incluindo sucursais de bancos estrangeiros, a contribuir. Esse modelo, contrapõe o presidente do FdR e vice-governador do Banco de Portugal (BdP), Luís Máximo dos Santos, violaria o direito europeu. Miguel Maya

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