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CEO do Goldman Sachs é o mais bem pago da banca norte-americana

Lloyd Blankfein foi o CEO mais bem pago da banca, nos EUA, em 2012. Já Richard Fairbank, ao comando da Capital One, ocupou o primeiro lugar do ranking dos “excessivamente pagos”.

30 de Maio de 2013 às 12:04

O CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, foi o “mais bem pago” no sector da banca, em 2012, nos Estados Unidos da América (EUA), segundo o ranking elaborado pela agência Bloomberg. Para Blankfein este foi o melhor ano desde 2007, ao receber 26 milhões de dólares de remuneração pelo trabalho desempenhado. Isto, apesar do banco ter eliminado 900 postos de trabalho e ter promovido o menor número de executivos, em 10 anos.

Anton Schutz, presidente da Rochester não se mostrou surpreendido com a remuneração obtida por Blankfein, no último ano, afirmando que “ele esteve ao leme durante a crise” e “e está a ser pago por trazer o Goldman de volta”.

Mais de seis milhões separam Blankfein do segundo classificado neste ranking, John Stumpf. O presidente executivo da Wells Fargo encaixou 19,3 milhões de dólares, no ano passado, mais 7,9% do que em 2011.

A Wells Fargo registou, em 2012, um resultado líquido recorde de 18,9 mil milhões de dólares, depois de ter absorvido uma grande fatia do mercado das hipotecas. Em declarações à Bloomberg, a porta-voz da empresa, Bridget Braxton explicou que a contrapartida de Stumpf é competitiva e é a recompensa de uma gestão de risco a longo-prazo.

No topo da lista dos gestores “excessivamente pagos” face ao desempenho da instituição surge Richard Fairbank, CEO da Capital One que recebeu 17,5 milhões de dólares, no ano anterior, apesar de ter sofrido um corte de 8,9% da sua remuneração. Entre 2008 e 2012, Fairbank mais do que duplicou os depósitos da companhia. A remuneração foi atribuída com base nas acções e no desempenho da empresa, não tendo Fairbank recebido salário, explicou a porta-voz da Capital One, Julie Rakes. Blankfein e Stumpf ocuparam os segundo e terceiro lugar desta tabela, respectivamente.

Por sua vez, Jamie Dimon, CEO do JP Morgan viu o seu rendimento de 2012 reduzido a metade, 11,5 milhões de dólares, depois do banco ter perdido mais de 6,2 mil milhões de dólares, em Londres, num investimento em derivados de crédito.

O CEO do Citigroup não figura nesta lista, já que Vikram Pandit foi substituído em Outubro Michael Corbat, em Outubro.

A remuneração dos 20 CEO mais bem pagos nos EUA aumentou, em média, 7,7% em 2012, face ao ano anterior, segundo a Bloomberg.

“Todos eles estão a ser excessivamente pagos”, afirma Eleanor Bloxam, CEO da Value Alliance. E acrescenta que “os conselhos de administração dos bancos continuam a não ter um bom controlo em como devem compensar os seus executivos”.

Na construção deste ranking a agência norte-americana teve em conta salários, acções, bónus e incentivos de longo-prazo concedidos no último ano.

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