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Crédito em moratória recua para 39,3 mil milhões de euros em abril

No final de abril de 2021, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 39,3 mil milhões de euros, menos 3,6 mil milhões do que no final de março.

Em ano de pandemia, o investimento em habitação na capital caiu 13,5%. A queda é explicada, sobretudo, pelo mercado nacional.
João Cortesão
Rita Atalaia ritaatalaia@negocios.pt 31 de Maio de 2021 às 11:07
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O crédito em moratória recuou para 39,3 mil milhões de euros em abril, menos 3,6 mil milhões do que no final de março. Os dados foram divulgados esta segunda-feira, 31 de maio, pelo Banco de Portugal.

"A redução do montante de empréstimos em moratória resulta do decréscimo tanto dos empréstimos em moratória concedidos a particulares como dos concedidos a sociedades não financeiras, que diminuíram 2,0 mil e 1,4 mil milhões de euros, respetivamente", refere o regulador.

De acordo com a entidade liderada por Mário Centeno, a "evolução dos empréstimos em moratória concedidos a particulares é maioritariamente explicada pelos empréstimos com a finalidade habitação, que diminuíram 1,6 mil milhões de euros, refletindo sobretudo o término da moratória privada".


A moratória privada para o crédito hipotecário terminou no final de março. Já para o consumo, também da Associação Portuguesa de Bancos, expira em junho. Por outro lado, a moratória legal vai terminar, na maioria dos casos, em setembro.

O Parlamento vai agora discutir, na especialidade, uma proposta do PCP para prolongar esta solução por mais seis meses. Isto apesar de a Autoridade Bancária Europeia não ter sinalizado estar disponível para prorrogar o enquadramento que permite que as moratórias não pesem na banca.

(Notícia atualizada.)

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