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Justiça teme que Salgado volte a falsificar documentos

O Ministério Público decidiu novas medidas de coacção além do termo de identidade e residência para o antigo líder do Banco Espírito Santo, escreve o jornal i.

Bruno Simão
Negócios jng@negocios.pt 03 de Maio de 2017 às 09:18
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O Ministério Público teme que o antigo presidente do Banco Espírito Santo, Ricardo Salgado, volte a falsificar documentos, escreve o jornal i desta quarta-feira, 3 de Maio.

Por isso mesmo, e no âmbito da Operação Marquês, o Ministério Público requereu que fossem aplicadas a Salgado outras medidas de coacção além do termo de identidade e residência.

Segundo o jornal i, o juiz Carlos Alexandre concordou com o pedido do Ministério Público e proibiu o ex-banqueiro de se ausentar do país e de contactar todos os arguidos do processo bem como várias personalidades ligadas ao Grupo Espírito Santo.

Os investigadores desconfiam que Salgado e José Sócrates combinaram um esquema que permitia que as luvas alegadamente pagas ao antigo primeiro-ministro escapassem à Justiça, através do empresário Carlos Santos Silva, empresário que o Ministério Público acredita ter sido seu testa-de-ferro.

O Ministério Público sustenta que, a troco de contrapartidas, José Sócrates terá usado o cargo de primeiro-ministro para se opor à oferta pública de aquisição (OPA) da Sonae à PT, influenciando o voto da Caixa Geral de Depósitos, um dos accionistas fortes da PT. O esquema visava manter intacto o poder de Ricardo Salgado na operadora de telecomunicações, resume o i.

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