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"Não há negociação para reforço na Fidelidade. Mas se houvesse não diria", diz CEO da Caixa

Paulo Macedo garante que vê com interesse que a Fidelidade seja cotada em bolsa e nessa altura "logo analisará". Garante que não há negociações em curso para aumentar a participação de 15%. Mas também diz que se elas existissem, diria o mesmo.

Paulo Macedo na apresentação de resultados da CGD
Paulo Macedo na apresentação de resultados da CGD António Pedro Santos Lusa/EPA
18:29

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) não tem em curso qualquer negociação com a Fosun para um eventual reforço da participação de 15% na Fidelidade. A garantia foi deixada pelo CEO do banco público na apresentação dos resultados de 2025. Por outro lado, Paulo Macedo admite que se as negociações existissem, não o diria em público. 

"Não temos qualquer negociação com o outro acionista da Fidelidade para uma aquisição. Não há proposta nem nada disso", afirmou o banqueiro. "Mas se houvesse alguma negociação também diria que não havia", atirou logo de seguida. 

"Já dizemos há vários anos o interesse da Caixa em que a Fidelidade esteja cotada em bolsa e nessa altura logo analisaremos", explicou, referindo-se à intenção da seguradora em avançar com um IPO. "Temos um trabalho conjunto para aumentar a venda de seguros", concluindo que o "maior empenho é sermos muito mais eficientes com os nossos clientes que muitas vezes vão a outros sítios fazer seguros sem ser com a Caixa".

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