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Quando os EUA ofereceram uma central nuclear a Portugal

Poucos dias antes do 25 de Abril, houve uma intensa atividade diplomática entre Lisboa e Washington. O regime marcelista ameaçava rasgar o acordo com os EUA para a utilização da base das Lajes se os americanos não fornecessem armamento para as Forças Armadas Portuguesas combaterem em África. A administração americana resistia ao pedido e, quando se viu na iminência de perder o acesso à base açoriana, ofereceu uma central nuclear a Portugal. A negociação foi interrompida pela Revolução dos Cravos.
11:00

A ordem do Palácio das Necessidades para o embaixador em Washington era clara. Se os americanos não abriam os cordões à bolsa para compensar significativamente Portugal pelo uso da Base das Lajes, as forças armadas dos EUA deixavam de ter acesso àquela estrutura militar estratégica, na ilha Terceira. Em fevereiro de 1974, a paciência do Governo de Marcello Caetano tinha-se esgotado. As negociações para a renovação do acordo dos Açores de 1971 – que expirava a 4 de fevereiro de 1974, com um período de negociação até 4 de agosto de 1974 – decorriam há vários meses e estavam num impasse. Era preciso desatar aquele nó dando um murro na mesa.

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