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Sobrinho não esclarece divórcio informático entre BES e BESA

O antigo presidente do BESA não foi claro sobre aquilo que Ricardo Salgado considerou ter sido um corte informático entre o BES a o seu banco angolano para justificar o seu desconhecimento sobre a situação "pavorosa" da instituição angolana. Começou por dizer que "não existia" autonomia informática. Mas depois afirmou que os dois bancos tinham sistemas diferentes.

Bruno Simão/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 18 de Dezembro de 2014 às 19:20
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"O BESA era o único banco que tinha o sistema informático em Portugal. Não existia" a autonomia informática do BESA de que falou Ricardo Salgado, começou por afirmar Álvaro Sobrinho ao deputado do PS Pedro Nuno santos. Mas acabou a dizer que os dois bancos sempre tiveram sistemas informáticos diferentes.

 

"As máquinas estavam em Portugal. Quando foi dada a licença a Angola, o BNA impôs que as máquinas passassem para Angola. Passou em 2006. A passagem demorou dois anos a ser feita. Quem controlou todo o sistema informático e a sua preparação foi Portugal. Não tínhamos capacidade para o fazer", tentou esclarecer o antigo presidente do BESA.

 

Mas depois acrescentou: "Nunca foi um sistema informático comum" aos dois bancos.

 

Pedro Nuno Santos quis então saber se a informação que o BES tinha do BESA se baseava nos reportes mensais que Álvaro sobrinho fazia a Lisboa. "Sim dependia. Dos reportes mensais. Dos auditores. Dos auditores", acrescentou. 

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